menu

Mostrar mensagens com a etiqueta cbre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cbre. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Empresas mudam pouco de escritório

Um estudo realizado pela CBRE mostra que «a vasta maioria das empresas opta por continuar no mesmo local após o termo do contrato de arrendamento. A qualidade da gestão dos edifícios assume-se como um importante factor nos critérios de selecção de localização de escritórios, de acordo com o estudo ‘Stay or Not to Stay’ da consultora imobiliária CBRE.

O estudo analisou 500 empresas para compreender os factores que justificam o comportamento dos arrendatários quando avaliam sair ou não de um escritório. Das empresas inquiridas, apenas 12% mudaram de localização após o fim do contrato de arrendamento, e das que mudaram de local, quase dois terços alteraram a área ocupada – 50% dessas empresas foram para locais com área superior.»

Existe, assim, uma grande inércia por parte das empresas em mudar de escritório. Aquelas que mudam, fazem-no por necessidade de mais área.

O mesmo estudo adianta ainda: «Um aspecto essencial no processo de tomada de decisão centra-se na gestão dos edifícios em termos da qualidade dos serviços técnicos (relacionados com a qualidade de construção e das infra-estruturas do edifício) e dos serviços comerciais (relação entre o arrendatário e empresa gestora do edifício).

Entre os dois, os serviços técnicos foram considerados como os mais importantes, mas por pouco. As conclusões do estudo indicam que as taxas de satisfação são 10% inferiores para as empresas que mudam de localização face às que se mantêm no mesmo escritório, no que respeita a serviços de manutenção e de limpeza dos edifícios. Em termos gerais, para a gestão dos serviços técnicos do edifício a diferença é de 8,3% e 7,25% no caso dos serviços de natureza comercial ou relacional.»


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Investimento aumenta no 2º trimestre

Segundo dados publicados pela Consultora CBRE, o investimento em commercial real estate aumentou 15% em termos homólogos no 2º trimestre de 2015, atingindo o montante de 56 mil milhões de dólares. Apesar este aumento, o ritmo de subida abrandou ligeiramente face ao trimestre anterior:

Em Espanha, Portugal, Finlândia e Noruega verificou-se um aumento excepcional nos níveis de investimento: em cada um destes países, o investimento mais do que duplicou face ao segundo trimestre de 2014.

O volume de investimento no Reino Unido aumentou 10% no 2º trimestre de 2015 quando medido em euros, mas esta subida ficou a dever-se quase inteiramente às alterações na taxa de câmbio. Em libras esterlinas, não houve alteração face ao 2º trimestre de 2014.

No caso específico de Portugal, o aumento homólogo foi de uns impressionantes 782%, colocando o nosso País no Top 10 dos mercados europeus com maior volume de investimento no primeiro semestre.

Pela negativa, destaque para a Dinamarca, Polónia, Suécia e alguns países do Leste Europeu. Em média, a Europa registou uma acréscimo de 15% nos montantes investidos.




Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Londres mantém-se a cidade mais cara para escritórios

Segundo a CBRE, Londres mantém-se como a cidade mais cara no Mundo para instalação de um escritório. A zona de West End apresenta um custo anual de ocupação próximos dos € 207 por m2 por mês, muito acima da prime rent de Lisboa que rondará os € 19,5 por m2.

A lista das cidades mais caras é completada Hong Kong, Pequim e Moscovo, todas elas com um custo acima dos € 125 por m2, por mês.

Londres é, aliás, a única cidade europeia no Top Ten. Paris, a 2ª cidade europeia a constar do raking, encontra-se na 13ª posição e é só no 26º posto que encontramos Zurique, a 3ª mais cidade europeia mais dispendiosa na ocupação de escritórios.

De destacar a cidade de Dublin que apresentou a maior valorização anual com uma subida de quase 35% no custo anual de ocupação.

Aqui fica o ranking completo.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Investimento imobiliário na Europa chega aos € 218 Biliões

De acordo com a CBRE, o investimento imobiliário na Europa atingiu os € 78 Biliões em 2014, sendo que o volume negociado no último trimestre do ano foi o mais elevado desde 2006.


O valor investido em 2014 representa um aumento de 32% face a 2013 e de 49% face ao 3º trimestre do mesmo ano. No entanto, o investimento imobiliário encontra-se ainda abaixo do valor recorde registado e 2007 de € 258 Biliões.

Na realidade, o último trimestre do ano revelou-se muito activo para a larga maioria dos Países Europeus. Suécia, Holanda e Irlanda observaram crescimento susbtanciais em cadeia, com os montantes investidos praticamente a duplicarem do 3º para o 4º trimestre.

Também Portugal, Itália, Noruega, Bélgica, entre outros, observaram uma notável recuperação face aos montantes que haviam sido registados durante os primeiros meses do ano.

A Rússia e a Finlândia foram os únicos países monitorizados que registaram uma queda trimestral no investimento em commercial real estate.

No caso de Portugal, o valor transaccionado no último trimestre do ano representou 65% do valor total anual. A Consultora realça a recuperação do nosso País, ao lado da Holanda, Itália, Irlanda e também de Espanha.

Bons negócios (imobiliários)!

--



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Investimento em Irlanda e Espanha em níveis recorde

Segundo um research da CBRE, Irlanda e Espanha estão perto de quebrar os níveis record no investimento em imobiliário comercial, uma vez que os compradores procuram valor fora de mercados core.

Portugal faz parte do grupo de países em que a atividade de investimento do imobiliário comercial está em recuperação, nomeadamente no terceiro trimestre de 2014. Conjuntamente com a Holanda e a Itália todos registaram aumentos significativos em termos homólogos.

Tim Seconde, Diretor Associado do departamento de Investimento da CBRE Portugal comenta “a procura por ativos core de qualidade e oportunidades de promoção mantém-se muito alta em Portugal, continuando a compressão das yields prime. Como em Espanha e Irlanda, estamos agora a assistir a investidores a analisar produto menos core, em Portugal, com disponibilidade para assumirem mais risco para maiores retornos. O volume de investimento para 2014 pode atingir níveis altos em Portugal, dependendo do fecho de várias transações antes do final do ano.”

O investimento no imobiliário comercial europeu totalizou 48,4 mil milhões de euros no terceiro trimestre de 2014, um aumento substancial de 27% em relação ao terceiro trimestre de 2013 e de 4% em comparação com o trimestre anterior. Desde o início do ano o investimento total alcançou 133 mil milhões de euros, que reflete um aumento de 27%, quando comparado com os 105 mil milhões de euros registados nos primeiros três trimestres de 2013.

O desempenho do investimento comercial no mercado irlandês e espanhol foi particularmente impressionante no terceiro trimestre de 2014. A Irlanda alcançou o seu maior resultado de sempre neste trimestre, com 1,6 mil milhões de euros, ultrapassando o seu melhor anterior terceiro trimestre de 2006, com 1,5 mil milhões de euros. Espanha registou 3,5 mil milhões de euros investidos no terceiro trimestre de 2014.

Os principais mercados do Reino Unido e da Alemanha continuam a mostrar um forte crescimento, com ambos os países a registar aumentos acima de 20% comparando o trimestre anterior e o terceiro trimestre de 2013. Em ambos os países os investidores estão cada vez mais ativos fora dos principais centros, para benefício dos mercados regionais.

Source:  CBRE Research, PropertyData

Jonathan Hull, Managing Director de Capital Markets da CBRE EMEA, comentou:

“A competição continua a ser forte nos principais mercados e os investidores estão cada vez mais dispostos a subir a curva de risco, tanto em termos de destino como de tipo de ativos, para atingirem mais valor. A Irlanda e a Espanha, em particular, têm beneficiado das decisões dos investidores ao olharem para além dos mercados core e são definidos para os anos record em termos de atividade de investimento”. 

“O Reino Unido e a Alemanha, onde o investimento em imobiliário comercial se tem historicamente centrado em Londres e nas cinco grandes cidades da Alemanha, têm presenciado uma mudança para fora das principais cidades. No Reino Unido, o nível de investimento fora de Londres está a aumentar muito mais rapidamente do que na capital. Da mesma forma, na Alemanha, os investidores expandiram os seus critérios de investimento no imobiliário comercial para incluírem cidades de tamanho médio e localizações de classe B, nas cinco grandes cidades.

--

quinta-feira, 6 de março de 2014

Hong Kong tem os escritórios mais valorizados do Mundo

Fonte: Knight Frank

Num recente documento de research, a Knight Frank aponta o mercado de Hong Kong como o mais caro do Mundo no sector de escritórios, com uma valorização de USD 66.078 por m2 e tendência para valorizar em 2014 para USD 67.730 por m2. Nesta cidade, a prime rent é de USD 1.982 por m2, por ano, sendo que a prime yield é de 3%!!! Em 2º lugar aparece Singapura mas com menos de metade da valorização.

Do ranking dos mercado de escritórios mais valorizados do Mundo, apenas Singapura e Nova Iorque não apresentam tendência de valorização para o ano de 2014.

Já segundo a CBRE, Londres (mais precisamente, a zona de West End) mantém-se como a cidade mundial com os custos de ocupação mais elevados, em USD 2.788 por m2, por ano. Hong Kong mantém o 2º posto com um custo de USD 2.519, logo seguido de Pequim com USD 2.120.

Fonte: CBRE

Ainda segundo a Knight Frank, para além de registar uma baixíssima prime yield, Hong Kong regista igualmente um baixo spread entre as yields a 10 anos das obrigações soberanas e as prime yields de escritórios.

O prémio mais elevado é pago em Tóquio, onde as yields das obrigações soberanas são muito baixas, a rondar os 0,5%.

Sidney é a cidade que apresenta as prime yields mais elevadas, acima de 6%, com uma valorização de mercado de USD 10.696.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Análise do mercado por Francisco Horta e Costa

Fica hoje uma análise do mercado, de Francisco Horta e Costa, da CBRE, numa entrevista ao Económico TV.



Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Medir o pulso ao investimento em Portugal

A CBRE publicou aqui há dias um documento muito interessante, procurando medir o pulso ao investimento em imobiliário em Portugal, o Portugal Market Pulse.

O estudo, assente num inquérito realizado a 142 investidores nacionais e internacionais, apresenta os seguintes resultados:

- Apenas 26% dos investidores inquiridos contempla investir em Portugal, até um montante de € 25 Milhões. Curioso é verificar que mais de metade não pensa fazer nada;
- Quem está investidor e pensa investir, só o fará perante condições muito específicas (44%), sendo que existem 33% de inquiridos que julga que os preços são hoje mais realistas;
- No entanto, 28% dos inquiridos que não estão investidores, referem que os preços são ainda bastante altos;
- É curioso verificar que 20% dos que não estão investidores, apontam o risco da moeda como principal razão da sua decisão;
- Para quem está a desinvestir, a falta de confiança na nossa economia é a principal razão apontada (43%).

As conclusões parecem-me simples. Poucos são os contemplam investir em Portugal e mesmo esses só investirão pequenos montantes, até € 25 Milhões e se esses investimentos se revelarem um verdadeira oportunidade. Na prática, há apenas 15% de investidores verdadeiramente interessados em investir cá.

As principais razões para os outros 85% não pensarem em investir ou estarem mesmo a desinvestir, são macroeconómicas e conjunturais. O risco de moeda (!) e as fracas expectativas de evolução da nossa economia, fazem com que o board level decida não investir. Não é tanto uma expectativa gerada em torno de uma possível desvalorização adicional do mercado - se bem que as coisas estão interligadas - mas mais uma questão puramente conjuntural, do nosso País e da nossa economia.

Só conseguindo trazer mais confiança ao mercado e dissipando-se os medos em torno da dívida pública e do futuro da própria Europa, poderá Portugal voltar a contar com investidores interessados no nosso imobiliário.

Parabéns à CBRE pelo trabalho simples mas muito importante que realizou e nos disponibilizou.

Bons negócios (imobiliários)!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Barómetro do Investidor

A CBRE lançou ontem o 1º Barómetro do Investidor, por forma a «medir o interesse dos principais investidores no mercado nacional. A maioria dos investidores define-se numa atitude de retracção, aguardando pela resolução da crise da dívida nacional e de dados macroeconómicos favoráveis para definir as suas estratégias de investimento.

O Barómetro do Investidor conclui que 35% dos investidores não considera realizar negócios em Portugal até ao final de 2011, enquanto 18% pensa desinvestir volumes superiores a 50 milhões de euros. Por outro lado 18% equaciona investir entre 25 a 50 milhões de euros em imóveis, e os restantes 18% pretende investir 50 milhões de euros ou mais.

Contudo, para mais de 90% dos investidores os yields subjacentes nas próximas transacções terão de subir substancialmente de modo a que se justifique o investimento em activos localizados em Portugal, o que implica a descida acentuada dos preços.

Em relação aos sectores, os investidores apontam os escritórios como o primeiro mercado a investir, seguido da logística e do retalho. Este último é considerado o mercado imobiliário com mais risco de investimento dada a vulnerabilidade do consumo privado.

Francisco Horta e Costa, Director Sénior de Capital Markets acredita que “este desinvestimento em Portugal resulta da falta de confiança dos investidores devido à crise económica mundial, mas ainda assim, os dados indicam que é uma fase passageira e que o sector vai crescer assim que o cenário económico voltar a dar sinais de retoma.”

“O Barómetro do Investidor é uma nova ferramenta, que permite identificar as principais tendências do investimento imobiliário, que no mercado actual variam com muita velocidade. Este mecanismo permite-nos adequar-nos ao mercado e disponibilizar aos nossos clientes informação útil e actualizada.”

Os fundos abertos alemães, parte substancial dos investidores tradicionais em imobiliário nacional, estão fora do mercado que se mantém vivo com os investidores Oportunísticos e investidores privados. Os investidores Oportunísticos, são por regra os únicos que investem nas fases negativas do ciclo económico, mas dada a escassez de financiamento exigem um prémio de yield substancial face às yields de mercado dos últimos anos. Por outro lado, os investidores privados procuram essencialmente boas oportunidades em volumes de investimento reduzidos e localizações centrais.

O próximo Barómetro do Investidor será divulgado no final de 2011.»

Fonte: CBRE