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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Habitação: breve retrato do arrendamento em Portugal

Portugal regista uma renda mediana de € 4,80 /m2 /mês, segundo os dados recentemente divulgados pelo INE. Significa isto que um apartamento com 80 m2 custará uma renda mensal na ordem dos € 380. Mas onde será que se encontram as rendas mais baixas no nosso País?

É no Concelho de Belmonte, vila portuguesa do Distrito de Castelo Branco onde encontramos o valor mais baixo das rendas residenciais em Portugal. Aqui, uma casa apresentará uma renda mensal de € 1,70 por m2. 

Curioso verificar que existem apenas 4 locais no País onde ainda é possível obter rendas abaixo dos € 2 /m2: Belmonte, Vila Nova de Foz Côa, Satão e Lamego.

Destaque ainda para a cidade de Bragança, com quase 500 novos contratos de arrendamento firmados em 2018 e uma renda mediana de € 2,49 /m2. Aliás, Bragança registou uma quebra nas rendas de 6%. Castelo Branco, por exemplo, com mais de 500 novos contratos apresenta já uma renda mensal de € 3,14 por m2.

Onde é que as rendas mais subiram?

segunda-feira, 11 de março de 2019

O imobiliário está caro ou barato?

É comum ouvirmos dizer que o mercado imobiliário está caro simplesmente porque os preços subiram muito ou porque estão acima daquilo que normalmente estamos habituados. Outras vezes, ouvimos dizer que está barato porque noutros países o imobiliário é muito mais caro, logo em Portugal é mais barato investir em imóveis.

Será mesmo assim?

Vem isto a propósito de um inquérito realizado pelo site demographia.com sobre o custo de acessibilidade à habitação - o Demographia International Housing Affordability Survey. Este estudo baseia-se na análise daquilo que chama o Price-Income Ratio ou para outros um Affordability Index. Compara o preço mediano de uma habitação com o rendimento médio gerado pelo agregado familiar. Em tempos, o Ricardo Pereira já aqui escreveu sobre este tema.

De acordo com o referido estudo, se o Price-Income Ratio for inferior a 3, o mercado é acessível; entre 3,1 e 4 torna-se moderadamente inacessível, sendo que superior a 5 é muito inacessível.


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quanto custa um T2?

De acordo com dados publicados pelo site finder.com, o preço médio de um apartamento T2 em Portugal, localizado no centro da cidade (Lisboa), custa actualmente € 2.521 /m2, um valor médio próximo dos € 150.000. Este valor está abaixo dos registados em países como Espanha, Itália, França, Alemanha, Bélgica e Reino Unido, ficando Lisboa apenas acima dos preços médios observados em países da Europa de Leste.

Hong Kong é a cidade mais cara com um preço médio para um T2 de quase € 1,5 milhões, valor que se encontra 866% acima da média mundial. Londres está no 2º posto do ranking com um preço médio de € 890.000.


Na Europa, os preços mais elevados registam-se na Noruega (€ 340.000), Suécia (€ 330.000), França (€ 325.000), Alemanha (€ 237.000). Dos 91 países analisados, a média situou-se nos € 168.000, ficando assim Lisboa abaixo da média mundial. Egipto é o país mais barato com o preço médio de um T2 a situar-se nos € 30.000.

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Habitação: preços na Zona Euro não param de subir

Os preços na habitação da Zona Euro não param de subir. De acordo com o Eurostat, o preço das casas subiu 4,3% no 2º trimestre de 2018 (em termos homólogos), levando já 15 trimestres consecutivos de subida. Já Portugal registou uma subida de preços de 11,2%, ficando apenas atrás da Eslovénia e Irlanda. Do conjunto de 30 países analisados, apenas Suécia, Noruega e Itália registaram leve quebra nos preços, de -1,7%, -0,5% e -0,2%, respectivamente.


Analisando a evolução dos preços em cadeia, a Zona Euro observou uma subida de 1,4% que é aliás das mais elevadas dos últimos 6 anos. Malta (4,2%), Eslovénia (3,2%) e Roménia e Letónia (ambos com 3,1%) foram os países que registaram maior subida de preços no 2º trimestre de 2018, comparando com o trimestre anterior. Portugal viu o sector residencial valorizar 2,3%.

A República Checa, Hungria e Holanda são os países europeus que registam a melhor sequência de subida de preços, com um total de 18 trimestres consecutivos sempre a valorizar. Aliás, a Hungria acumula já uma valorização de 41,6% ao longo deste período, bem acima dos 25,1% da Holanda, isto apesar de levarem o mesmo período temporal de subida de preços.

Por seu turno, a Suécia, depois de 20 trimestres consecutivos a registar uma subida nos preços de venda de casas, parece estar a perder momentum com uma quebra acumulada nos últimos 3 trimestres de -3%.

Nos últimos 5 anos (do 2º trimestre de 2013 ao 2º trimestre de 2018), Irlanda (+53,6%), Islândia (+46,9%) e Hungria (+45,7%) são os países da Zona Euro que acumulam maior valorização do sector residencial. Portugal é o 6º país com maior subida acumulada em 5 anos (+33,2%) acima de paises com Espanha, Alemanha ou mesmo Holanda.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Tendências no mercado da 2ª habitação

A Consultora Savills emitiu recentemente um documento de research muito interessante, apontando para as novas tendência no mercado da 2ª habitação. A principal tendência aponta para uma procura cada vez mais focada na geração de rendimento do que propriamente pelo uso do próprio imóvel. Uma 2ª habitação passou a ser claramente um produto de investimento em vez de ser - como sempre tem sido - um activo de uso próprio.

Do inquérito realizado pela consultora resultou que mais de 30% dos inquiridos referiu que a compra de uma 2ª habitação lhes servirá apenas para investimento (obtenção de retorno por via do arrendamento turístico), enquanto que mais de 40% pondera usar o imóvel mas também pretende colocá-lo em arrendamento. 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Habitação: vendas não param de subir em Portugal

O número de casas vendidas em Portugal não para de subir. Segundo dados divulgados pelo INE, foram vendidas 45.619 unidades residenciais no país, durante o 2º trimestre deste ano, valor que representa um crescimento homólogo de 23,7% e de 12% em cadeia (face ao 1º trimestre de 2018). Desde que o INE publica estes dados, trata-se de um valor recorde de casas vendidas em apenas um trimestre.


Só na Madeira se registou uma descida na venda de casas, do 1º para o 2º trimestre, em -5%. De resto, em todas as regiões de Portugal se observaram subidas. Em cadeia, foi nos Açores onde se registou a maior subida no número de casas vendidas (25%), seguido de Alentejo (22%) e da Região Centro (14%).

Já numa análise em valor (€), a Região do Alentejo fica na frente com uma subida de 31% com os Açores a passarem para segundo (28%).

Mais de 85% das casas vendidas no 2º trimestre de 2018 são imóveis usados, demonstrando assim a evidência de que não existe oferta para fazer face a tanta procura. Aliás, esta é uma tendência que dura há já 3 anos, com as casas usadas a representarem mais de 80% do total de casas vendidas em cada trimestre.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Habitação: preços vão continuar a subir

Os preços das casas em Portugal irão registar um crescimento de 9,5% até final do ano, mantendo-se a tendência de subida até 2021, segundo dados da S&P no seu mais recente relatório "Europe's Housing Markets Are Staging - A Soft Landing".

Procura elevada e escassez na oferta são os principais factores que estão hoje a colocar pressão sobre os preços. No entanto, o relatório alerta para uma diminuição do ritmo no crescimento dos preços à medida que os custos de financiamento subam e o poder de compra diminua.

Isto não significa que a dinâmica de crescimento do mercado se perca, apenas que diminua. A S&P estima que a economia portuguesa continue a subir, apesar de a um ritmo mais moderado. Ao mesmo tempo, com uma taxa de desemprego baixa, a capacidade de geração de novos empregos será cada vez mais difícil. No entanto, o crescimento da oferta não será suficiente para fazer face à elevada procura pelo que as estimativas apontam para um continuar do crescimento dos preços na habitação.


Este cenário de crescimento de preços para os próximos 3 anos estende-se a diversos outros países europeus. Destaque para a Irlanda e Holanda que a par de Portugal manterão tendência de crescimento acima de outros países europeus também analisados neste documento.

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 4 de julho de 2017

Habitação: Europa mantém crescimento

Apesar do mercado residencial, por esse Mundo fora, estar aparentemente a perder algum momentum, a Europa mantém o seu ritmo de crescimento. Os dados mais recentemente divulgados pela Global Property Guide mostram as zonas do Médio Oriente, América Latina e algumas partes da Ásia a reduzirem o seu ritmo de valorização, enquanto que Europa e Canadá continuam a ver os preços a subir.

Durante o 1º trimestre de 2017, e em termos homólogos, de um total de 45 países analisados, 27 registaram subida de preços. Hong-Kong, Islândia, China, Canadá e Irlanda são os 5 países com maior crescimento homólogo. Egipto, Qatar, Russia, Macedónia e Puerto Rico são os que mais desvalorizam.

Tal como referido, a Europa mantém uma tendência de crescimento de preços, com 17 dos 23 países analisados a registarem valorizações. Além disso, dos 10 países que maior subida de preços registaram no 1º trimestre, 6 são europeus.

Portugal observou uma valorização de 4,18%, acima de países como a Turquia, França ou até mesmo Espanha.

Apesar disso, o nosso País registou uma ligeira quebra de preços de -0.28% numa análise em cadeia, ou seja, do 4º trimestre de 2016 para o 1º trimestre de 2017.

Nos Estados Unidos da América, o índice S&P Case Shiller revelou uma subida de preços de 3,29%, sendo esta a subida mais ligeira desde o 3º trimestre de 2014. No Continente Americano, o destaque continua a ir para o Canadá, 4º país com a maior valorização mundial (11,7% homólogo, e 5,6% em cadeia).

Na Ásia, destaque para Hong-Kong, aliás o País que maior subida de preços verificou (17,27%). A China, em 3º lugar do ranking, mantém também a sua tendência de crescimento.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Golden Visas sobem 30% em 2016

Números oficiais do SEF mostram um crescimento no número de "Golden Visas" emitidos em 2016, na ordem dos 30%, e o ano de 2017 parece querer bater novos recordes, com um total de 801 vistos concedidos até Abril deste ano, acima do total concedido em 2015.

Dos mais de 5.000 investidores que entraram no mercado nacional por vista deste esquema, a grande maioria é proveniente da China (67%), seguido do Brasil (8%) e África do Sul (3,6%). De facto, os investidores sul-africanos têm vindo a ganhar cada vez mais interesse pelo mercado, ultrapassando já os investidores russos.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Habitação: Portugal valoriza 7.4%

O mercado residencial em Portugal valorizou 7,4% durante o ano de 2016, de acordo com dados recentemente divulgados pelo Eurostat. O nosso País valorizou acima da média da Zona Euro (4,1%) e da nossa vizinha Espanha (4,3%). Aliás, Portugal foi dos países que mais valorizou no ano passado, de entre os 29 países monitorizados:



Portugal leva já 8 trimestres consecutivos de valorização em cadeia, acumulando nos últimos 2 anos uma subida total 12,4% no sector da habitação. No mesmo período, Hungria e Islândia foram os países que maiores valorizações registaram, acima de 18% acumulado.

De facto, a Europa não pára de subir. Em termos homólogos, de entre todos os países monitorizados pelo Eurostat, nenhum registou queda nos preços da habitação. No 4º trimestre de 2016, Islândia (13,6%), Noruega (11,6%) e República Checa (11%) foram os países que mais valorizaram. Portugal registou uma subida homóloga de 7.6%, bem acima da média europeia de 4,1%.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Portugal no topo das localizações mais procuradas na Europa

Segundo o portal themovechannel.com, Portugal está claramente no topo das preferências dos investidores. Do ranking elaborado pela mencionada página, das 50 localizações mais procuradas, 10 são em Portugal, ou seja, 20% do total. Cidades como Cascais, Funchal, Sintra, Ericeira, Torres Vedras, entre outras, encontram-se neste ranking.


Cascais é a localização mais procurada em Portugal, estando em 4º lugar do ranking, atrás de Roma, Florença e Lyon. Funchal aparece na 6ª posição e Ponta Delgada logo a seguir. Ou seja, nos 10 primeiros postos, temos 4 cidades portuguesas, 4 italianas, 1 francesa e 1 espanhola.

No trimestre em análise, Espanha esteve em destaque com um forte crescimento nas buscas no portal, com Barcelona à cabeça. No entanto, globalmente, aparece ainda como local menos preferido face a Portugal.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Habitação: Portugal é dos países que mais valoriza

O FMI publicou recentemente os últimos dados do seu Global House Price Index, onde se pode ver a manutenção da subida dos preços na habitação. Na realidade, o índice encontra-se já muito próximo do seu máximo histórico, registado antes da recente crise imobiliária e financeira, vivida após o subprime de 2007.

Dos 64 países monitorizados, apenas 14 registaram uma queda anual de preços em 2016, face a igual período de 2015. A maior queda foi sentida no Brasil com uma descida superior a -17% nos preços no 1º trimestre, seguido da Rússia (-13%) e Hong Kong (-10,5%).

Do lado das subidas, Hungria encontra-se na frente do pelotão, com um acréscimo nos preços de 14,8%. Suécia e Nova Zelândia completam o pódio, ambos com subidas superiores a 10%. Portugal registou um aumento nos preços de 6,4%, estando na 15ª posição do índice.

Nesta última análise, o FMI divide os 64 países analisados em 3 categorias. A forma como cada país é integrado em cada uma delas depende da variação média dos preços nos períodos 2007-2012 e 2013-2016. As categorias são as seguintes:
  • Gloom - Aqueles (18) que registaram fortes quedas após a crise, e que, após esse momento, mantiveram um ritmo de desvalorização;
  • Bust and Boom - Os países (18) que registaram quedas após a crise mas que rapidamente recuperaram desde 2013. De referir que Portugal se inclui neste grupo;
  • Boom - O conjunto de 21 países que observaram quedas modestas nos preços após a crise e que rapidamente registaram fortes subidas.
Para estes 3 conjuntos de países, as conclusões retiradas pelo FMI são muito interessantes:
  • No conjunto de países "Gloom", ainda não se verificou uma real recuperação de preços na habitação;
  • O crédito concedido foi muito mais elevado nos países "Boom". Após 2008, todos os restantes países registaram subidas moderadas no crédito imobiliário;
  • Novas licenças de construção e novas construções foram bastante mais modestas nos países "Gloom". Na realidade, nestes registou-se uma queda nos licenciamentos.



O FMI faz algumas chamadas de atenção, sobretudo para alguns países "Boom" e "Bust and Boom":
  • Dinamarca, Alemanha, Nova Zelândia e Reino Unido registam alguns constrangimentos ao nível da oferta. De facto, nestes países não se emitem licenças de construção suficientes para o elevado nível de procura local, justificando assim em grande parte a forte subida de preços;
  • No caso da Noruega, regista-se uma sobrevalorização substancial do mercado;
  • Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Malta, Malásia e Reino Unido necessitam de políticas macroeconómicas prudentes caso se intensifiquem as vulnerabilidades detectadas.
Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Onde investir em imobiliário?

Num recente painel promovido pela revista Property EU, alguns investidores pan-europeus responderam à seguinte questão: se tivessem € 500 milhões, onde investiriam?

Portugal aparece (quase) sempre nas respostas! Investir em turismo em Portugal ou mesmo em alguma reabilitação, parece ser ponto comum. Espanha também está incluída em quase todas as respostas, com alguns investidores a preferirem escritórios em Madrid e Barcelona.

Outro ponto interessante: aquilo que ninguém respondeu. Investimentos em retail e primeira habitação parecem estar fora do radar dos investidores.

Vejam aqui o vídeo integral.


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Europa e América lideram subida de preços na habitação

Segundo dados recentemente publicados pela Global Property Guide, os preços na habitação no 1º trimestre de 2016 mantiveram o seu ritmo de subida, um pouco por todo o Mundo, liderados pela Europa e Estados Unidos da América. Por outro lado, Ásia, Médio Oriente e Nova Zelândia apresentam quedas de preços.

Observando os dados publicados, regista-se que os preços, ajustados pela inflação. subiram em 31 dos 45 mercados analisados. Em termos nominais, a conclusão é similar com uma subida em 32 países.

A Europa lidera. De facto, do top 10 constam 6 países europeus, e dos 22 analisados, 18 registaram subida de preços.

Turquia, China, Suécia, Roménia e Qatar, são os países que lideram o ranking das subidas, ao passo que Russia, Mongólia, Porto Rico, Hong-Kong, Egipto e Emirados Árabes Unidos estão na cauda do pelotão.

A cidade de Istambul registou uma valorização homóloga de 19,05%, mantendo ainda uma subida em cadeia no 1º trimestre de 2016 de praticamente 5%. Shanghai regista igualmente uma valorização assinalável de quase 17% em termos homólogos e uma subida em cadeia superior a 6%.

Irlanda, por seu turno, observa uma subida nos preços, em termos homólogos, de quase 8% mas uma queda em cadeia no 1º trimestre de 2016 de -0,12%.

Roménia, em 3º lugar no ranking global, é também o mercado que mais valorizou em cadeia, 7,5%.

Do lado das quedas, de assinalar o Egipto, com uma quebra de preços, em termos homólogos, de -9,5% mas uma valorização assinalável de 12,21% em cadeia. É, aliás, o mercado que mais valorizou no 1º trimestre deste ano.

A Russia mantém-se na cauda do pelotão, com uma queda homóloga de -9,65% mas o mercado que mais caiu foi o da Mongólia (-14,28%). Olhando as variações em cadeia, conclui-se que foi Hong-Kong que mais desvalorizou no 1º trimestre de 2016.

Por fim, nota para Portugal, com uma subida homóloga de 3,18% apesar de uma ligeira queda no 1º trimestre de -0,56%, ocupando um lugar a meio da tabela.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Habitação valoriza 15% em 3 anos

O sector da habitação em Portugal valorizou 15% nos últimos 3 anos. De acordo com dados publicados pelo INE, o preço médio anual das casas vendidas em Portugal subiu de € 101.127 em 2013 para € 116.288 em 2015.

A subida dos preços foi superior nas casas usadas, tendo atingido quase 22% no mesmo período, com cada casa usada a ser vendida por € 104.255. Em 2015, o preço das casas subiu uns modestos 3%, não tendo inclusive apresentado qualquer variação nos imóveis novos.


Preços em Lisboa caem 2,4%

Na Área Metropolitana de Lisboa, a subida média anual dos preços em 2015 foi ainda mais modesta, com um crescimento de apenas 1%. Cada casa custa agora € 161.987. No entanto, há que realçar que em termos homólogos (do 4º trimestre de 2014 para igual período de 2015) se registou uma queda dos preços em Lisboa de -2,4%.

Por seu turno, a Área Metropolitana do Porto registou uma subida média anual nos preços de 3%, tendo essa subida sido mais acentuada nos imóveis usados (7%). Em termos homólogos, o Porto registou uma subida dos preços de 7%, entre o 4º trimestre de 2014 e igual período de 2015, apresentando assim uma performance substancialmente melhor do que Lisboa.


Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 29 de março de 2016

Nunca se venderam tão poucas casas novas em Portugal

Segundo dados divulgados pelo INE, apenas 19,9% do total de casas vendidas em Portugal durante o ano de 2015 eram novas, ou seja, a esmagadora maioria da venda de casas diz respeito a imóveis já existentes. De facto, do total de 107.302 casas vendidas em 2015, apenas 21.403 eram novas.

Na realidade, o peso das casas novas vendidas, sobre o total de vendas nunca foi tão baixo como em 2015. O ano passado registou o menor peso de casas novas vendidas em Portugal, conforme se pode verificar pelo gráfico em baixo:


O mesmo cenário ocorre nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, a registarem igualmente mínimos de casas novas vendidas durante 2015. De facto, o aumento das vendas no ano transacto deve-se, sobretudo, ao aumento do número de casas usadas vendidas e não de casas novas. Em Lisboa, do total de vendas, apenas 16% respeitaram a casas novas, enquanto que o Porto regista um valor próximo dos 18%. Em qualquer um dos casos, este peso das vendas novas é inferior à média nacional.

Bons negócios (imobiliários)!

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Leia também:

segunda-feira, 28 de março de 2016

Número de casas vendidas em Portugal sobe 27%

Segundo dados recentemente divulgados pelo INE - Instituto Nacional de Estatística, o número de casas vendidas em Portugal, no ano de 2015, subiu 27% face ao ano de 2014, com um total de 107.302 unidades colocadas no mercado. O mercado está em recuperação, tendo o ano de 2015 registado um máximo dos últimos 5 anos.


A Área Metropolitana de Lisboa representa 33% do total de vendas nacional, com mais de 35.000 casas vendidas em 2015. Já a Área Metropolitana do Porto conta com 17.808 unidades vendidas, representando assim 16,6% do total nacional. Em conjunto, Lisboa e Porto representam metade das vendas de casas em Portugal. De referir, ainda, que o Algarve vendeu 11.391 casas em 2015.


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Ingleses voltam às compras!

O ano de 2015 foi o ano dos investidores ingleses. Segundo dados do portal themovechannel.com, a procura por parte investidores ingleses em imobiliário residencial aumentou 25% face ao ano de 2014 e representando mais de 1/3 de todas as pesquisas registadas nesse portal.

Os ingleses voltaram a olhar para os vizinhos europeus e voltaram às compras. Espanha voltou a ser destino preferencial, com um aumento das pesquisas em 23% durante 2015, fruto de uma recuperação económica e de maior confiança no mercado imobiliário. Mas para além dos ingleses terem tomado a liderança nas compras, ficaram também à frente no que a vendas diz respeito: mais de 45% do total de pesquisas registadas no referido site são para imóveis localizados no Reino Unido.

Também Portugal reuniu grande parte das preferências dos investidores estrangeiros, ficando inclusive à frente da França.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

FMI - Preço das casas mantém tendência de subida

Segundo dados do FMI, no 2º trimestre de 2015, o sector residencial a nível global manteve a sua lenta mas estável recuperação. Apesar de nos últimos 2 anos o índice do FMI ter recuperado, na realidade ainda está longe de atingir os valores registados antes de 2007.

Dos 60 países monitorizados, a maioria registou uma valorização real no últimos 12 meses. Daqueles que registaram uma subida de preços, Portugal foi dos que observou uma das subidas mais reduzidas:

O aumento do crédito tem sido provavelmente uma das razões para que realmente 2/3 dos países monitorizados tenham valorizado no último ano. Apesar de genericamente, um aumento do crédito concedido poder representar uma subida nos preços das casas, há, no entanto, excepções. Portugal é uma delas, com uma forte queda no crédito concedido nos últimos 12 meses, ao mesmo tempo em que observou uma subida dos preços.

Em muitos países, a subida dos preços não foi acompanhada de uma subida nos rendimentos das famílias, nem numa subida das rendas. Portugal foi um desses casos, em que os preços sobem mais rapidamente. Áustria, Alemanha e Reino Unido são outros exemplos.


Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Recorde histórico no investimento imobiliário em Portugal

Segundo dados hoje publicados pela C&W, Portugal registou um volume de investimento em imobiliário comercial de € 800 Milhões entre Janeiro e Maio do corrente ano. Nunca antes se havia registado tão elevado valor em anos anteriores. Para tal, muito contribuiu a entrada de fluxos estrangeiros no nosso País, com mais de € 600 Milhões investidos.

A média de volume transacionado no primeiro semestre ao longo dos últimos 17 anos situa-se nos €300 milhões, menos de metade do valor que foi transacionado em 2015 em apenas 5 meses. 

Do total de € 600 Milhões em capitais estrangeiros entrados em Portugal este ano, destaque para os norte-americanos com um total de € 400 Milhões. Seguem-se os espanhóis com 22% do capital investido, e investidores tailandeses a tomar o Grupo Tivoli por € 80 Milhões.

O sector de retalho recuperou este ano a primazia em termos de volume de capital investido, representando 67% do total transaccionado, com destaque para a compra de um portfólio ibérico de três centros comerciais pelos americanos da Blackstone à Commerzreal, nos quais se incluíam o Almada Forum, como ativo principal, e o Fórum Montijo, vendidos por um valor estimado pela Real Capital Analytics em mais de €370 milhões. O segundo sector mais representativo em termos de volume de capital investido foi o hoteleiro, representado exclusivamente pelo negócio da compra do portfólio de Hotéis Tivoli pelo Grupo Minor.


Quanto às yields de mercado, estas reflectem uma recuperação de valor dos activos, via descida das mesmas. Hoje, num prazo de 18 meses, as yields recuperaram entre os 150 e os 225 pontos base, com as propriedades industriais a reflectirem uma recuperação absoluta mais acentuada. No primeiro trimestre de 2015 as yields prime aproximam-se já dos valores pré-crise, situando-se respectivamente nos 6% para escritórios e centros comerciais, 5,75% para comércio de rua e 7,50% para industrial.