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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Habitação valoriza um pouco por todo o Mundo

Segundo o The Economist House Price Index. que segue a evolução dos preços na habitação em 26 países, em 21 deles se observa uma tendência de subida, com uma valorização média de 4,7%. China, Itália, França, Grécia e Singapura são os únicos países que actualmente observam quedas, ou seja, 3 desses países são europeus.

The Economist House Price Index

Comparando a evolução de alguns mercados, no período entre o 4º trimestre de 2007 e de 2014, concluímos que poucos foram aqueles que efectivamente já recuperaram as quedas resultantes da crise imobiliária e financeira vivida globalmente.

Observando o gráfico em baixo, conclui-se que apenas Alemanha e China registam uma valorização na habitação no período referido, ao passo que países como Irlanda, Espanha e até mesmo os Estados Unidos estão longe de recuperar, em termos reais, a desvalorização sentida nos seus mercados.


Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Leitura da Semana 01_10

Para leitura e análise desta semana, deixo-vos o outline de uma proposta efectuada pela Roland Berger Alemanha para solucionar o problema da dívida pública na Grécia - O Plano EURECA.

Em linhas gerais, o plano passa por montar uma holding sedeada no Luxemburgo e gerida pela UE que compraria à Grécia os seus principais activos por € 125 mil milhões. Com esse dinheiro, a Grécia recomprava todos os títulos que estão no BCE e "secava" o mercado secundário, reduzindo assim a sua dívida pública total. A proposta foca ainda as vantagens, em matéria de crescimento económico, desta solução.

Pessoalmente, até me parece bem e de ideias novas estamos todos a necessitar. Ao menos procuram-se soluções assentes em activos e não em mais dívida. É verdade que a Grécia, com esta fórmula, ficará praticamente sem nada mas... não terá já isso acontecido?!

Boa leitura e bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Grécia e os Escritórios em Lisboa

O que é que a Grécia tem a ver com o mercado de escritórios de Lisboa? É simples. O investimento imobiliário parece, definitivamente, já não render! Investir em dívida pública grega é capaz de render mais, hoje em dia, que investir num edifício de escritórios fully let na CBD de Lisboa.

As
obrigações do Estado grego não param de cair, elevando as yields para uns actuais 7%. Já de acordo com um relatório de research da CBRE, a prime yield no mercado de escritórios de Lisboa fixava-se em 7% no último trimestre do ano passado.

Entre uma gross yield 7% numa obrigação emitida pela Grécia e de 7% num prédio na Av. da Liberdade... qual escolheriam? E qual terá maior risco de default? O Estado grego ou o arrendatário do escritório?
Não sei qual será o regime fiscal para investidores não residentes na Grécia, mas sei bem como é a tributação sobre o imobiliário em Portugal! Sem falar nos custos de manutenção, nulos no primeiro caso, por vezes elevados no segundo.

Eu confesso, começo a "ver-me grego" com esta nova realidade...

Bons negócios (imobiliários)!