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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Alojamento Local: Avenida dos Aliados e Chiado são as zonas mais rentáveis

A Avenida dos Aliados e a Rua Mouzinho da Silveira, na cidade do Porto, são as áreas que podem gerar as receitas mais elevadas para os proprietários de unidades de Alojamento Local, de acordo com a GuestReady numa versão inspirada no jogo de mesa Monopólio, que inclui os preços médios diários das unidades de Alojamento Local cobrados através da Airbnb nas principais zonas de Lisboa e Porto, em substituição das áreas tornadas famosas pelo jogo de 1930.

Esta solução foi criada com base num estudo de mercado realizado recentemente por esta empresa de gestão de unidades de Alojamento Local em Portugal, tendo como objetivo mostrar aos proprietários das unidades de alojamento de Lisboa e do Porto quanto poderão ganhar por dia anunciando as suas propriedades em plataformas de aluguer de curta duração.

O estudo indica que um apartamento com dois quartos pode render por dia até €150 na Avenida dos Aliados, com uma unidade idêntica a poder gerar até €140 na Rua Mouzinho da Silveira. Propriedades semelhantes na Rua do Alecrim e na Rua Garret, em Lisboa, podem também atingir receitas de €130 diários.



De resto, os proprietários de alojamentos situados em zonas centrais de Lisboa e do Porto, como o Chiado, a Baixa, a área da Estação de S. Bento e a Rua de Sta. Catarina podem obter receitas diárias até aos €120 com os seus apartamentos anunciados em plataformas como a Airbnb. 

As zonas mais baratas presentes neste estudo da GuestReady são a da Rua da Cedofeita, no Porto, com preços médios entre os €70 e os €85 para apartamentos com um e dois quartos, respetivamente, bem como a da Av. Almirante Reis e do Largo do Rato, em Lisboaa, com valores médios entre os 70 e os 90 euros por dia, consoante a tipologia. 

Algumas áreas à volta das estações ferroviárias apresentam também valores de aluguer mais baixos do que outras resentes neste jogo, mas os preços continuam a revelar-se atrativos para os turistas que pretendem visitar Lisboa e o Porto, quando comparados com os preços dos hotéis nessas zonas. Um apartamento com um quarto junto à estação de Campanhã pode render em média €55 por dia, enquanto um alojamento semelhante perto da Estação do Oriente chega a custar €75.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Habitação: Lisboa regista o maior crescimento de rendas no Mundo

Lisboa é a cidade com o maior aumento de rendas no Mundo, segundo um estudo realizado pela CBRE. A capital portuguesa registou um aumento médio das rendas residenciais de 20,9%, bem acima dos 11,1% ocorridos em Madrid (variação homóloga entre o 1º trimestre de 2017 e igual período de 2018).

Em igual período, e segundo a mesma publicação, Lisboa registou um aumento dos preços de venda na habitação de 5% com as casas a custarem, em média, quase USD 210.000. As yields médias de mercado fixaram-se nos 4,5%.

Hong Kong é o local mais caro do Mundo para se comprar uma casa, com um preço médio de USD 1,2 milhões. Já noutro post aqui no blogue tínhamos concluído que Hong Kong era o mercado residencial mais caro do Mundo segundo o Índice de Afordabilidade.

A análise realizada pela consultora a um total de 35 destinos mundiais conclui que Singapura, Shanghai, Vancouver e Shenzhen completam o top 5 dos mercados residenciais mais dispendiosos. Lisboa ocupa o 31º lugar nesta lista, estando Istambul no último lugar da tabela.


Barcelona foi a cidade que registou maior aumento de preços ao longo de 2018, com um crescimento de 16,9%, seguindo de Dublin com 11,6%. Duas cidades europeias no topo do crescimento de preços na habitação em 2018.

No mercado hoteleiro, Lisboa também dá cartas ocupando o 5º lugar do destino mais caro na Europa com um preço médio por quarto vendido de € 127,7, atrás de cidades como Paris, Londres, Roma e Milão.

Bons negócios (imobiliários)!
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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Habitação: breve retrato do arrendamento em Portugal

Portugal regista uma renda mediana de € 4,80 /m2 /mês, segundo os dados recentemente divulgados pelo INE. Significa isto que um apartamento com 80 m2 custará uma renda mensal na ordem dos € 380. Mas onde será que se encontram as rendas mais baixas no nosso País?

É no Concelho de Belmonte, vila portuguesa do Distrito de Castelo Branco onde encontramos o valor mais baixo das rendas residenciais em Portugal. Aqui, uma casa apresentará uma renda mensal de € 1,70 por m2. 

Curioso verificar que existem apenas 4 locais no País onde ainda é possível obter rendas abaixo dos € 2 /m2: Belmonte, Vila Nova de Foz Côa, Satão e Lamego.

Destaque ainda para a cidade de Bragança, com quase 500 novos contratos de arrendamento firmados em 2018 e uma renda mediana de € 2,49 /m2. Aliás, Bragança registou uma quebra nas rendas de 6%. Castelo Branco, por exemplo, com mais de 500 novos contratos apresenta já uma renda mensal de € 3,14 por m2.

Onde é que as rendas mais subiram?

quinta-feira, 28 de março de 2019

Habitação: rendas crescem 16% em Lisboa

De acordo com dados divulgados pelo INE, as rendas medianas na habitação em Lisboa subiram 16% em 2018. No 2º semestre de 2018, foi reportado um valor mediano de € 11,6 /m2 /mês o que compara com € 9,62 / m2 /mês no final de 2017.

As maiores subidas na cidade de Lisboa verificaram-se nas freguesias de Santo António e Estrela, ambas com 27% de crescimento nas rendas. A freguesia de Santo António é, aliás, a mais cara de Lisboa apresentando agora uma renda de € 14,1. Um apartamento com 100 m2 custará agora cerca de € 1.410 de renda mensal.

Outras freguesias também registaram subidas assinaláveis, bem acima dos 20%: Ajuda, Avenidas Novas, Campolide, Santa Clara e Santa Maria Maior.


A seguir a Santo António, temos as freguesias de Misericóridia (€ 13,38 /m2 /mês), Parque das Nações (€ 13,12 /m2 /mês) e Estrela (€ 12,80 /m2 /mês) como as mais caras. Do lado oposto, aparecem Santa Clara (€ 8,31 /m2 /mês) e Marvila (€ 9,00 /m2 /mês) como as mais baratas. São também as únicas freguesias que registam rendas medianas abaixo dos € 10 /m2 /mês.

De registar que não houve lugar a qualquer queda nas rendas medianas, tendo apenas Marvila registado uma subida de 7%, a mais baixa de toda a cidade de Lisboa

Em 2018, foram firmados 77.723 novos contratos de arrendamento, tendo a Área Metropolitana de Lisboa concentrado 33% do total com 25.916 novos contratos. A cidade de Lisboa registou 6.643 novos arrendamentos. Arroios continua a ser a freguesia preferida dos lisboetas para arrendamento, tendo concentrado quase 10% da totalidade de novos contratos assinados. Já Marvila é a freguesia menos procuradas com apenas 1% dos contratos assinados em toda a cidade de Lisboa.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Habitação: preços no Porto subirão mais do que em Lisboa

O Barómetro Habitação de Out of the Box aponta para um crescimento dos preços na habitação em Portugal durante o ano de 2019, tendo sido esta a estimativa dos 142 inquiridos. No entanto, existe um maior optimismo para o mercado do Porto, com 63% das respostas a apontarem para uma subida de preços, enquanto que para Lisboa esse valor ficou-se apenas pelos 51%. Tendência idêntica quanto ao número de casas vendidas, com o mercado a estimar maioritariamente uma subida nas vendas no Porto (59%), enquanto que Lisboa fica-se apenas pelos 42%.


Para as restantes zonas de Portugal a tendência é similar com excepção da zona do Algarve onde uma esmagadora maioria de 85,7% das respostas a apontarem para uma manutenção dos preços e 71,4% a acreditarem numa estabilização das vendas.

De referir que os profissionais que trabalham em Lisboa estão algo divididos: o mesmo de número de respostas aponta para uma subida ou manutenção das vendas e inclusive a maioria acredita na manutenção dos preços na habitação. Cautela instalada na capital.

Já para os profissionais que trabalham no Porto, a convicção é que as vendas subam (60% dos inquiridos responderam nesse sentido) e os preços subam ou se mantenham (nenhum inquirido antevê uma quebra nos preços).

Os resultados totais do Barómetro Habitação de Out of the Box estão disponíveis aqui.

Bons negócios (imobiliários)!

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Nota informativa: O Barómetro Habitação de Out of the Box contou com a participação de 142 profissionais do sector imobiliário, sendo que 41% dos participantes (a maioria) trabalha na área da mediação imobiliária. 63% do total de inquiridos exerce a sua actividade em Lisboa e uma larga maioria de 72% trabalha no sector há mais de 5 anos.

Disclosure: Os resultados do Barómetro Habitação de Out of the Box não constituem nem podem constituir, em caso algum, uma opinião de investimento nem sequer vinculam nem podem em caso algum vincular os autores e participantes do blogue, resumindo-se apenas no conjunto das opiniões demonstradas pelos 142 inquiridos.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Habitação: preços sobem 8,5%

O Índice de Preços na Habitação em Portugal subiu 8,5% em termos homólogos durante o 3º trimestre de 2018, voltando assim a atingir o valor mais elevados desde que há registos. A subida do índice foi superior nas habitações existentes, com um crescimento de preços 9,2%, enquanto que as fracções novas viram os preços subir 5,6%. Os preços das casas em Portugal levam assim uma recuperação de 40% desde os mínimos registados em 2013

Fonte: INE

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Residências de Estudantes: taxa de cobertura em Portugal é das menores da Europa

A oferta de Residências de Estudantes em Portugal tem vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos. Na realidade, Portugal vivia num estado de quase letargia no que à oferta dizia respeito, com esta totalmente concentrada nas unidades pertencentes às próprias Universidades (poucas) e numa oferta totalmente desregulada, descaracterizada e desfragmentada.

O aumento do número de alunos deslocados, estrangeiros, com maior poder de compra motivou o crescimento de uma oferta mais dedicada, profissional e assente em serviços e equipamentos condizentes com as motivações da procura.

Mas não é só em Portugal que este mercado das Residências de Estudantes tem vindo a crescer. A população estudantil tem vindo a crescer um pouco por toda a Europa com países como Dinamarca, Alemanha e Áustria a registarem forte aumento do número de estudantes, com uma fatia considerável de estudantes estrangeiros. Neste aspecto, e comparando com outras cidades europeias, Lisboa e Porto têm ainda muito para crescer.

O Reino Unido é o país europeu com maior capacidade de acomodação de estudantes, cobrindo 27% do mercado local. Em oposição, Roma cobre apenas 3% do mercado com apenas 6.500 camas para um universo estudantil de 220.000 alunos. Logo de seguida, aparece a cidade do Porto com uma taxa de cobertura de 3,5%. Florença e Madrid apresentam também taxas de cobertura muito reduzidas:


No caso de Lisboa, a capital Portuguesa apresenta igualmente uma taxa de cobertura do mercado muito reduzida mas como rendas mensais superiores que outras cidades europeias como são o caso de Sevilha, Roma ou mesmo Paris. A necessidade de crescimento da oferta instalada para maior cobertura do mercado é notória e isso poderá fazer com que os preços desçam.

Que serviços são oferecidos?

Uma área de lavandaria é o serviço mais comummente oferecido em Residências de Estudantes mas mesmo assim, cerca de 1/3 da oferta instalada não apresenta sequer esta facilidade aos estudantes. Salas de estudo existem apenas em 40% da oferta, espaço para guarda de bicicletas em 37% e garagem para carros em 35% dos empreendimentos existentes.

Em Espanha é comum existir Residências de Estudantes que prestam um serviço de pensão completa, com as refeições a estarem incluídas no valor da renda. No entanto, a proliferação de app's que potenciam um meal delivery  e uma localização mais central de novos desenvolvimentos, perto de restaurantes e cafés. levará uma nova oferta a "desprezar" um pouco mais o serviço de refeições e a apostar em modelos mais desenvolvidos e adequados às necessidades da procura actual.


Bons negócios (imobiliários)!

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Escritórios: Lisboa valoriza 11%, Porto sobe 25%

Segundo uma publicação da Colliers International, é possível concluir que o mercado de escritórios de Lisboa valorizou 11% no período entre Julho de 2017 e Junho de 2018. A renda prime mensal subiu para os € 21,8 /m2 enquanto a prime yield caiu 25 pontos percentuais. A conjugação de ambos resultou numa valorização do mercado em 11%, com um valor prime de € 5.232 /m2.

Por seu turno, a cidade do Porto viu a sua renda prime escalar € 1,75 /m2 por mês, passando de uma renda mensal de € 12,75 por m2 em Junho de 2017 para os € 14,5 /m2 em Junho de 2018. A prime yield caiu para os 6,8% fazendo com que o mercado de escritórios da Invicta tenha valorizado 25% no espaço de 1 ano.

Na Europa, a zona de West End em Londres é aquela que apresenta o maior valor por m2, pela conjugação da maior renda (€ 121,5 /m2 /mês) e uma prime yield de 3,5%. A yield mais baixa situa-se em cidades como Viena, Paris e Madrid (todas com 3%), enquanto que Kiev ainda se mantém com a yield mais elevada (12,5%).

Bons negócios (imobiliários)!

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Habitação: preços em Lisboa sobem 23%

Segundo dados publicados pelo INE, os preços medianos na habitação em Lisboa subiram 23% no 2º trimestre de 2018, em termos homólogos. Cada casa custa agora € 2.753 /m2, bem acima dois € 2.231/ m2 que se verificava há um ano atrás.

Campolide e Avenidas Novas foram as freguesias que registaram a maior variação homóloga, de 37%, seguidas de Ajuda (36%), Estrela (34%) e Arroios (32%). Só Marvila registou uma quebra no preço mediano de -7%.

Numa análise em cadeia (do 1º para o 2º trimestre de 2018). Lisboa apresentou uma valorização de 7% com as freguesias de Ajuda, Beato e Estrela a ganharem "momentum" com subidas bem acima da mediana da cidade.

Santo António mantém-se como freguesia mais cara

Santo António ainda se mantém como a freguesia da capital que apresenta o preço mediano mais elevado, com € 4.105 /m2, seguida da Misericórdia (€ 3.894 /m2) e Santa Maria Maior (€ 3.632 /m2).

Freguesias como Estrela, Alvalade, Avenidas Novas, Campo de Ourique e Parque da Nações apresentam todas elas preços medianos acima dos € 3.000 /m2.

Marvila, Santa Clara, Olivais e Beato registam preços abaixo dos € 2.000 /m2 sendo assim as freguesias mais baratas de Lisboa.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Porto: a nova coqueluche do turismo Português.

É inegável que Portugal está na moda e as suas cidades e regiões são atracções cada vez mais apetecíveis e reconhecidas. Não será apenas por razões fiscais que personagens como Philip Stark, Eric Cantona, Madona, Christian Louboutin, Monica Bellucci ou recentemente Scarlett Johansson escolheram Portugal para a sua nova morada, quando poderiam ter escolhido qualquer outro destino (também esse fiscalmente amigável).

Os prémios e os artigos na imprensa internacional acumulam-se. Em Junho deste ano, durante a última gala dos World Travel Awards (considerados os Óscars do Turismo Mundial), Portugal recebeu 36 prémios, entre eles, o Melhor Destino Europeu pelo segundo ano consecutivo, e Lisboa foi considerada o Melhor Destino Citadino Europeu pela primeira vez. Mas apesar do destaque que Lisboa tem tido nos últimos anos, há uma segunda cidade Portuguesa que vai surgindo como sua rival, em termos de notoriedade e ameaça agora roubar-lhe a ribalta. Estamos a falar do Porto, está claro. A Lonely Planet recentemente destacou o Porto como a melhor cidade Europeia que não uma capital.

O que mudou? Porquê agora?

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quanto custa um T2?

De acordo com dados publicados pelo site finder.com, o preço médio de um apartamento T2 em Portugal, localizado no centro da cidade (Lisboa), custa actualmente € 2.521 /m2, um valor médio próximo dos € 150.000. Este valor está abaixo dos registados em países como Espanha, Itália, França, Alemanha, Bélgica e Reino Unido, ficando Lisboa apenas acima dos preços médios observados em países da Europa de Leste.

Hong Kong é a cidade mais cara com um preço médio para um T2 de quase € 1,5 milhões, valor que se encontra 866% acima da média mundial. Londres está no 2º posto do ranking com um preço médio de € 890.000.


Na Europa, os preços mais elevados registam-se na Noruega (€ 340.000), Suécia (€ 330.000), França (€ 325.000), Alemanha (€ 237.000). Dos 91 países analisados, a média situou-se nos € 168.000, ficando assim Lisboa abaixo da média mundial. Egipto é o país mais barato com o preço médio de um T2 a situar-se nos € 30.000.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Habitação: preços sobem há 14 trimestres consecutivos

Segundo dados divulgados pelo INE, o índice de preços na habitação em Portugal (IPHAB) cresceu 2,3% em cadeia, no 2º trimestre de 2018, tendo tido uma variação homóloga de 11,2%. O índice atingiu assim o seu valor máximo, desde que há registo, em 128,49, levando inclusive já um total de 14 trimestres consecutivos de crescimento. Em termos acumulados, os preços em Portugal cresceram 28,5% deste início de 2015, uma média de 2% por trimestre.


O valor médio de venda de uma casa em Portugal encontra-se agora nos € 135.618. É na Área Metropolitana de Lisboa onde se verifica o preço médio mais elevado (€ 182.374), bem acima dos € 125.274 registados na Área Metropolitana do Porto. De referir que a Madeira é a segunda região do País com os preços médios mais elevados (€ 132.391).

No entanto, é no Algarve onde se regista o maior crescimento homólogo de preços (13%), a par da Região Norte e imediatamente acima da Madeira (12%).

No segmento de novos, a Área Metropolitana de Lisboa regista igualmente o preço médio mais elevado, tendo fechado o 2º trimestre deste ano nos € 284.103. Já na Área Metropolitana do Porto, cada casa nova está a ser transaccionada nos € 174.494.

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Habitação: vendas não param de subir em Portugal

O número de casas vendidas em Portugal não para de subir. Segundo dados divulgados pelo INE, foram vendidas 45.619 unidades residenciais no país, durante o 2º trimestre deste ano, valor que representa um crescimento homólogo de 23,7% e de 12% em cadeia (face ao 1º trimestre de 2018). Desde que o INE publica estes dados, trata-se de um valor recorde de casas vendidas em apenas um trimestre.


Só na Madeira se registou uma descida na venda de casas, do 1º para o 2º trimestre, em -5%. De resto, em todas as regiões de Portugal se observaram subidas. Em cadeia, foi nos Açores onde se registou a maior subida no número de casas vendidas (25%), seguido de Alentejo (22%) e da Região Centro (14%).

Já numa análise em valor (€), a Região do Alentejo fica na frente com uma subida de 31% com os Açores a passarem para segundo (28%).

Mais de 85% das casas vendidas no 2º trimestre de 2018 são imóveis usados, demonstrando assim a evidência de que não existe oferta para fazer face a tanta procura. Aliás, esta é uma tendência que dura há já 3 anos, com as casas usadas a representarem mais de 80% do total de casas vendidas em cada trimestre.

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Habitação: Preços em Lisboa sobem 20%

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo INE, os preços medianos da habitação em Lisboa cresceram 20% durante o 1º trimestre de 2018, em termos homólogos. Um alojamento familiar custa agora € 2.581 /m2.

As maiores subidas registaram-se nas freguesias Santo António (40%), Campolide (32%) e Campo de Ourique e Arroios, ambas com 30% de valorização. A freguesia de Marvila foi a única da cidade que registou uma quebra de preços com uma descida homóloga de -12%.


A cidade de Lisboa mantém um ritmo acelerado de subida de preços. Praticamente todas as freguesias da capital registam sucessivas subidas em cadeia com raríssimas excepções. Alvalade, Campolide, Beato e Avenidas Novas são exemplo das zonas que parecem estar a ganhar momentum nos últimos 2 a 3 trimestres com crescimento de preços superiores aos períodos anteriores.

É na freguesia de Santo António onde se regista o preço mediano mais elevado da cidade com um valor de € 4.083 /m2, seguida da freguesia da Misericórdia com € 3.667 /m2. Já Marvila., Beato, Olivais e Santa Clara são as zonas mais baratas da cidade, todas elas com preços abaixo dos € 1.750 /m2.

Numa análise em cadeia (entre o 4º trimestre de 2017 e o 1º trimestre de 2018), os preços subiram 6% em Lisboa com as freguesias de Campolide e Alvalade a registarem as maiores subidas (15% e 12%, respectivamente). Marvila viu os preços ficarem inalterados. De resto, todas as freguesias da cidade registaram subida de preços.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Habitação em Lisboa rende 4,7%

Da análise dos dados mais recentes publicados pelo INE, relativamente a preços e rendas medianas na habitação, é possível aferir que o arrendamento de habitação em Lisboa gera uma yield de 4,7%. A renda mediana de 2017 fixou-se nos € 9,62 /m2 enquanto que o preço mediano de venda foi de € 2.438 /m2.

As freguesias de Beato (7,1%), Marvila (6,8%) e Olivais (6,2%) são as que apresentam as yields mais elevadas da capital, enquanto que Santa Maria Maior e Santo António estão do lado oposto da rentabilidade, com uma yield de apenas 3,5%.

As freguesias que apresentam as yields mais elevadas são aquelas cujo desvio da renda face à mediana cidade é menor, mas com desvios elevados relativamente ao preço de venda. Pode-se aferir que nestas zonas é caro arrendar mas ainda barato comprar (sempre comparando os valores locais com as medianas da cidade). Pode isto, eventualmente, significar que caso se mantenham as rendas em alta, possamos esperar um maior crescimento nos preços de venda nestas freguesias da cidade de Lisboa, procurando assim o mercado "corrigir" tamanho desvio entre rendas e preços de venda.

Por seu turno, as freguesias com as yields mais baixas são aquelas que apresentam o maior desvio no preço de venda face à mediana da cidade, indiciando pois que a habitação nestes locais possa estar já um pouco cara no que à venda diz respeito.

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Casas em Lisboa valorizam 18%

De acordo com os dados publicados pelo INE, o preço das casas vendidas na cidade de Lisboa registou uma subida de 18% em termos homólogos no 4º trimestre de 2017. O preço mediano de uma casa na capital portuguesa fechou o ano passado nos € 2.438 /m2.

Desde que o INE publica dados trimestrais de preços de venda na habitação que se registam sucessivos crescimentos de preços. São 8 trimestres consecutivos de valorização. De facto, no 1º trimestre de 2016, o preço mediano na habitação em Lisboa era de € 1.875 /m2. Em 8 trimestres, a habitação na cidade valorizou já 30%.

Os alojamentos familiares existentes registam maior crescimento homólogo nos preços que os novos (20% vs. 13%) e em 8 trimestres levam já uma valorização acumulada de 35%.

Ao nível das freguesias, Santo António (Av. Liberdade), São Vicente (zona da Graça) e Misericórdia (Bairro Alto, São Bento) são aquelas que registaram maior variação homóloga, acima dos 30%. Santo António registou mesmo um crescimento homólogo de preços de 54%. Também Ajuda, Arroios, Alcântara, Av. Novas, Campo de Ourique, Estrela, Olivais e Penha de França registaram subidas assinaláveis no espaço de 12 meses, todas elas acima dos 20%.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Escritórios em alta

O mercado de escritórios europeu continua em alta. Segundo o Office Clock da JLL, o take-up de escritórios cresceu 5% no 1º trimestre de 2018, acima dos 3 milhões de m2. Desde 2007 que não se verifica arranque tão bom de início de ano. A vacancy rate desceu, assim, 30 pontos base para os 7%, valor mais baixo desde 2008.

As rendas registaram um crescimento de 1%. Os mercados que observaram maior crescimento foram Bruxelas, Milão, Utrecht, Berlim e Barcelona. As expectativas para 2018 apontam para um crescimento de rendas na ordem dos 2,5%, acima da média registada nos últimos 5 anos de 2,2%.

Mercados como Kiev, Lyon e Oslo apresentam agora forte potencial de subida de rendas, enquanto que Lisboa, Berlim, Roma entre outros indicam sinais de algum abrandamento. Aliás, o sentimento registado no relatório da JLL aponta para a maior parte dos mercados de escritórios europeus a registar algum abrandamento na subida de rendas. Estaremos a atingir um pico do mercado?


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 22 de março de 2018

Quanto custa arrendar uma casa em Lisboa?

O INE acaba de publicar o seu primeiro índice de arrendamento residencial, o RHAB. Os dados estatísticos agora disponibilizados permitem concluir que Lisboa é a cidade do País com as rendas mais elevadas, com um valor mediano mensal de € 9,62 /m2. Um apartamento com 100 m2 custará, assim, € 962 por mês de renda.

Cascais, Oeiras, Porto e Amadora são as cidades do País que se seguem a Lisboa, com as rendas praticadas mais elevadas, todas com valores acima dos € 6 /m2 /mês, tal como Odivelas e Almada.

Olhando mais atentamente para a cidade de Lisboa, conclui-se que é na freguesia do Parque das Nações onde se praticam as rendas mais elevadas da cidade, com um valor mediano mensal de € 11,7 /m2, muito acima dos € 6,82 /m2 praticados na freguesia de Santa Clara, zona da Ameixoeira. Existem 10 freguesias de Lisboa com rendas acima dos € 10 /m2.

Já na cidade do Porto, as rendas são bastante pouco mais baixas com um valor mediano de € 6,77 /m2. A cidade do Porto é, aliás, mais barata do que Cascais ou Oeiras. A dispersão dos valores de arrendamento dentro do Porto é bastante mais reduzida do que em Lisboa, com a renda máxima a verificar-se nos € 7,26 /m2 /mês em Lordelo / Massarelos, e o valor mais baixo nos € 5,78 /m2 /mês na Campanhã.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Lisboa: destino preferencial de investimento

A IP Global coloca a cidade de Lisboa com uma das principais cidades onde investir em imobiliário nos próximos anos, ao lado de cidades como Londres e Berlim.

Da análise realizada, concluem que o mercado imobiliário lisboeta tem ainda espaço de valorização, podendo crescer quase 20% atér 2022 com previsão de subida do nível das rendas acima de 27%.


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Escritórios: absorção cresce 15% em 2017

Segundo dados disponibilizados pela consultora Workx, a absorção de escritórios em Lisboa cresceu 15% no ano de 2017, atingindo os 165.162 m2 de take-up. A zona que se apresentou mais dinâmica foi a zona 6 (Eixo da A5) com 41 886 m2 colocados. Esta zona representou 25% do volume total do take up, seguida da zona 4 (Eixo da Av. Infante Santo e Av. 24 de Julho) com 36 033 m2 e da zona 1 (Prime CBD) com 35 063 m2. 


Segundo o Departamento de Research da Worx, a taxa de desocupação manteve a sua trajetória descendente ao longo do ano, situando-se no final de 2017 nos 8%, valor mais baixo desde o ano 2009. Com um nível de procura muito dinâmico e que ultrapassou largamente o valor de absorção médio observado nos últimos 8 anos (112 946 m2), o Mercado de Escritórios de Lisboa reflete a escassez de entrada de oferta nova.

Da análise efetuada pela Worx, a zona 5 (Parque das Nações) é neste momento a zona com a taxa de desocupação mais baixa, a situar-se nos 2,8%, correspondentes a apenas 10 210 m2 de oferta disponível. 

Esta necessidade urgente de entrada de oferta nova, permite antever uma das tendências de desenvolvimento para o ano 2018, em que a promoção de oferta de escritórios constitui uma oportunidade de investimento muito interessante para os players internacionais e nacionais.
  
Ao longo de todo o ano de 2017, a taxa de vacancy rate manteve-se sob pressão, na casa dos 9% e não se prevendo uma estabilização ou subida da mesma, perante um cenário de oferta nova muito escassa em desequilíbrio com os níveis de procura que o mercado tem registado. Já a prime rent fechou o ano nos 19,50€/m2/mês, segundo divulgação da Worx. 

Bons negócios (imobiliários)!