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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Olá Google - quero um apartamento T3, vista mar!!!

A realidade dos Portais Imobiliários

Nos últimos 25 anos os portais imobiliários ganharam uma importância crescente e tornaram-se numa peça chave da industria imobiliária, na sua essência são agregadores de anúncios e de tráfego de utilizadores tendo como objetivo fornecer aos anunciantes “leads” que possam resultar em negócio e, mais recentemente, num conjunto de métricas que ajudam a gestão a tomar as medidas estratégicas adequadas para melhorar resultados.

A nível global a dimensão deste negocio é gigantesca com valores estimados superiores a $100bn. Como alguns exemplos dos maiores e mais lucrativos portais temos o Zillow nos Estados Unidos, o Rightmove no Reino Unido, ImmobilienScout24, VivaReal e alguns outros na Ásia e Oceânia. Pela dimensão do nosso mercado os valores de portais como a Casa Sapo, Imovirtual são muito pequenos, mas não são estanques a toda a evolução tecnológica que está a chegar.

Os portais na sua generalidade e por força do seu monopólio, nunca se preocuparam em criar valor para além dos “leads” e estatística, por outro lado, só desde 2011 começou a existir uma preocupação com as redes sociais e um novo paradigma de comportamento dos consumidores no digital. Na realidade os portais não se preocuparam em alterar o seu modelo de relacionamento mantendo-se num B2C sem preocupação em gerar fidelização e reforço do papel das agências e agentes, estes, beneficiando de mercados em alta também nunca exigiram ou procuraram alternativas, os resultados são bons e como tal, para quê preocupar com o futuro!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Prop Techs: o negócio a transformar o mercado imobiliário

Depois das fintechs terem revolucionado o sector financeiro estamos agora a assistir a uma nova forma de transaccionar e rentabilizar o imobiliário.

Uma nova geração de empresários / empreendedores estão a transformar a forma de comprar, vender, arrendar e gerir o imobiliário.

Mas a necessidade de inovarem e competirem num mercado cada vez mais exigente e agressivo, tem obrigado ao desenvolvimento de planos de negócio cada vez mais arriscados, em que a intermediação deixou de ser a actividade principal e a actividade de investimento tem assumido maior importância. Assim sendo, algumas das PropTechs não se dedicam apenas à intermediação mas também assumem risco e ficam expostas ao mercado imobiliário.

O mais surpreendente é que algumas destas PropTechs nem sequer têm na sua fundação, empreendedores com experiência em imobiliário. Algumas delas tentam replicar conceitos importados de outras áreas de negócio, como a agilização e simplificação de processos de compra e venda de imóveis e obtenção de financiamento.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O mercado imobiliário nos novos formatos digitais


Por Filipe Almeida e Silva
Especialista em Gestão Imobiliária
MBA
Doutorando em Ciências da Comunicação







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Olhando para os diversos sites relacionados com a venda de imóveis, identificamos claramente o mesmo denominador comum: a falta de criatividade e diferenciação. As empresas que actuam na área imobiliária estão pouco atentas ao facto de as pessoas usarem a internet como sistema de apoio à tomada de decisão. Se noutros tempos a compra de um imóvel era um processo de escolha simples, quase intuitiva e muito ligada à convicção que se estava perante a “casa perfeita” e que esta era em si um bom negócio, hoje é diferente; em minutos comparam-se casas, zonas, preços por m2, enquanto se vêem pelo ecrã dos computadores as “casas de sonho”.

É aqui que se poderia de facto estar muito melhor e a trabalhar já num patamar muitíssimo superior aproveitando melhor os recursos informáticos e de banda larga que hoje estão disponíveis.