Março viu bastante atividade no sector imobiliário espanhol. No total, o investimento ascendeu a 2 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2019, de acordo com o BNP Paribas, menos 5% em termos homólogos, com os sectores de terrenos, escritórios e retalho a mostrarem-se particularmente activos durante o último mês do trimestre. Foram fechados negócios em Madrid, Pamplona, Marbella e Sevilla, entre outros.
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quarta-feira, 31 de julho de 2019
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Mercado Nacional Industrial & Logística
Segundo uma nota recente da empresa de Consultoria Imobiliária, Workx, «(...) ao contrário dos mercados de escritórios e de investimento, tem-se verificado uma relativa estagnação do mercado industrial Português em termos de ocupação e novos projetos. No entanto verifica-se ao longo dos últimos 2 anos um crescimento do interesse de investidores internacionais na aquisição deste tipo de ativos.»
A principal razão para a ocupação de áreas industriais tem a ver com mudança de instalações. de facto, «(...) em 2015 cerca de 60% da área ocupada é referente a mudança de edifício. Dos negócios realizados no ano, o destaque vai para uma ocupação de 12.000 m² no Alverca Park (Zona 3) e de 7.400 m² na zona industrial da Abrunheira (Zona 2).
No entanto, fora de Lisboa e mantendo a tendência de 2014, denota-se um aumento ligeiro da atividade e confirma-se a tendência de construção de instalações próprias para, grandes ocupantes. São exemplo disso as novas instalações da Centrauto em Aveiro, com 28.000 m² e a Tomix em Torres Vedras com 9.000 m². Em termos de ocupação de instalações usadas, destaque para a Parfois que abriu o seu novo centro Logístico em Canelas, Vila Nova de Gaia, com 33.000 m².»
Tendências
Quanto a tendências, a nota de research aponta para uma «alteração significativa dos proprietários de grandes áreas industriais em Portugal», nos últimos 2 anos, «por via da aquisição de portfólios industriais, até à data detidos pelo setor financeiro português, por grandes investidores internacionais, maioritariamente americanos. Esta nova realidade do mercado de indústria poderá levar a um reposicionamento destas áreas que enquadradas numa perspetiva internacional, poderão traduzir-se numa eventual revalorização e consequente reajuste em alta das rendas praticadas, essencialmente em ativos prime.»
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