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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

EUA: Investimento chinês em imobiliário evapora-se

O investimento chinês em imobiliário norte-americano evaporou-se no 1º trimestre de 2018 com uma queda homóloga de 75%! Os sinais de quebra de investimento chinês no estrangeiro eram já bastante evidentes nos últimos meses. De um total de quase 1,78 mil milhões de dólares investidos no 1º timestre de 2017, passamos agora para 444 milhões de dólares de acordo com a CoStar.

O perfil de investidor e o volume de investimento também se tem alterado. A maior transacção fixou-se na compra de um terreno em Manhattan por 200 milhões de dólares, quase metade do total registado entre Janeiro e Março deste ano. Mas as vendas têm sido bastante superiores com muitos investidores a sair do mercado norte-americano.

As restrições impostas aos investidores chineses no que respeita ao destino de alocação dos seus capitais começam então a tomar efeito e a provocar fortes constrangimentos no mercado imobiliário. No entanto, não é expectável que o mercado congele completamente, já que no decorrer do 2º trimestre foi já fechada uma operação de 680 milhões de dólares. A queda é evidente mas o investimento chinês em imobiliário nos Estados Unidos não irá desparecer tão depressa.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 25 de julho de 2018

EUA: Investimento estrangeiro em imobiliário aumenta

Um research recentemente publicado pela Real Capital Analytics (RCA) aponta para um aumento do investimento estrangeiro no mercado imobiliário norte-americano. À frente estão os investidores oriundos do Canadá que alocaram mais de 20 biliões de dólares nos últimos 12 meses (período entre o 1º trimestre de 2017 e de 2018), representando 1/3 do total de transacções no mercado norte-americano, seguidos dos chineses e investidores vindos de Singapura.


O capital oriundo do Continente Europeu proveio maioritariamente da Alemanha, com a Holanda a representar igualmente uma fatia importante.

O destino favorito do capital aplicado foi Manhattan com um total superior a 8 biliões de dólares investidos, seguido de Houston, Los Angeles e Washington, bem atrás com cerca de 3 biliões investidos em cada uma destas cidades.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 15 de março de 2018

Investimento chinês vai cair em 2018

De acordo com um inquérito realizado pela C&W, é esperado que o investimento chinês no estrangeiro caia cerca de 40% durante o ano de 2018, face a 2017. A principal razão aponta a fortes constrangimentos em conseguir alocar capitais chineses em países estrangeiros, impostos pelo Governo do País.

As classes de activos mais atingidas serão os escritórios e hotéis, com os investidores a tomarem cada vez menos posições neste tipo de imóveis. Em oposição, a alocação a activos de logística ganha cada vez mais preponderância, com um acréscimo de mais de 2.000% já em 2017, tendência que continuará em 2018.

Os investidores mais activos continuarão a ser os fundos soberanos, promotores e investidores privados, sendo que os investidores institucionais continuarão a alocar menos capital.

O ano de 2017 já tinha registado uma forte queda na alocação de capital chinês. Principal país atingido foi os Estados Unidos com uma quebra de 75%, face a 2016. Austrália, Coreia do Sul e Canadá registaram quedas na ordem dos 60%. Já outros países, europeus, tais como Alemanha e Reino Unido, observaram um maior afluxo de capitais chineses.

Bons negócios (imobiliários)!

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terça-feira, 7 de novembro de 2017

China: investimento no estrangeiro cai

O investimento imobiliário por parte de investidores chineses, realizado fora do seu país, está em forte queda em 2017. Se no ano passado os valores atingiram máximos históricos, com um investimento recorde de USD 36 biliões, o ano de 2017 regista um valor abaixo dos USD 20 biliões durante os primeiros 9 meses, segundo dados publicados pela Real Capital Analytics.

As restrições ao investimento estrangeiro aumentaram, com novas políticas de controlo encetadas pelo Partido Comunista Chinês. Maiores restrições à aplicação de capitais no estrangeiro, por parte de investidores chineses são, aparentemente, a principal razão para esta queda no investimento em imóveis foram de muralhas chinesas.


Empresas como a Dalian Wanda Group, Anbang Insurance Group e a Greenland Holdings Group estão, aparentemente, a rever os seus planos de investimento, estando inclusive a considerar a alienação de alguns activos em solo norte-americano.

Juntamente com uma quebra nos investimentos imobiliários, encontram-se também os investimentos em hotéis, estúdios de cinema e clubes desportivos. Por outro lado, algumas empresas estão a ser encorajadas e redireccionar os seus investimentos para projectos nas áreas de logística, 3ª idade, saúde e data centers.

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 4 de julho de 2017

Habitação: Europa mantém crescimento

Apesar do mercado residencial, por esse Mundo fora, estar aparentemente a perder algum momentum, a Europa mantém o seu ritmo de crescimento. Os dados mais recentemente divulgados pela Global Property Guide mostram as zonas do Médio Oriente, América Latina e algumas partes da Ásia a reduzirem o seu ritmo de valorização, enquanto que Europa e Canadá continuam a ver os preços a subir.

Durante o 1º trimestre de 2017, e em termos homólogos, de um total de 45 países analisados, 27 registaram subida de preços. Hong-Kong, Islândia, China, Canadá e Irlanda são os 5 países com maior crescimento homólogo. Egipto, Qatar, Russia, Macedónia e Puerto Rico são os que mais desvalorizam.

Tal como referido, a Europa mantém uma tendência de crescimento de preços, com 17 dos 23 países analisados a registarem valorizações. Além disso, dos 10 países que maior subida de preços registaram no 1º trimestre, 6 são europeus.

Portugal observou uma valorização de 4,18%, acima de países como a Turquia, França ou até mesmo Espanha.

Apesar disso, o nosso País registou uma ligeira quebra de preços de -0.28% numa análise em cadeia, ou seja, do 4º trimestre de 2016 para o 1º trimestre de 2017.

Nos Estados Unidos da América, o índice S&P Case Shiller revelou uma subida de preços de 3,29%, sendo esta a subida mais ligeira desde o 3º trimestre de 2014. No Continente Americano, o destaque continua a ir para o Canadá, 4º país com a maior valorização mundial (11,7% homólogo, e 5,6% em cadeia).

Na Ásia, destaque para Hong-Kong, aliás o País que maior subida de preços verificou (17,27%). A China, em 3º lugar do ranking, mantém também a sua tendência de crescimento.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 2 de março de 2017

EUA: Onde se compram mais imóveis?

É na Florida onde mais se investe em imobiliário nos Estados Unidos. Segundo dados do portal themovechannel.com, quase 25% das pesquisas de imóveis aí realizadas em 2016 foram no Estado da Florida, seguido logo de Nova Iorque e, só depois, Michigan.

Mas há que olhar para zonas emergentes. A escalada nos preços do imobiliário, com 58 meses consecutivos de valorização, segundo dados da NAR, tem levado alguns investidores, na sua maioria chineses, a procurar em outras localizações.

O Estado do Texas, nomeadamente a cidade de Dallas, apresenta-se actualmente como destino preferencial em termos de localizações emergentes de investimento imobiliário.

Durante o ano de 2016, Dallas registou um crescimento nos preços na habitação de 11,6%, segundo dados da Zillow, mas com um valor médio de venda 50% abaixo do registado em Nova Iorque.

Já Detroit registou um crescimento de 10%, com os preços de venda a manterem-se abaixo de USD 135.900, face a um valor médio superior a USD 400.000 em Nova Iorque.

O número de investidores chineses cresceu bastante, mais que duplicando entre 2011 e 2016, e representando já 3 vezes mais que os investidores canadianos, os segundos maiores investidores de imobiliário nos Estados Unidos da América.

India, Mexico e Reino Unido ocupam os restantes 3 lugares do top 5 dos investidores não-residentes mais activos em imobiliário americano.

Apesar de Florida e Nova Iorque manterem a preferência de investidores, nomeadamente que procuram zonas de veraneio, localização e boas oportunidades de investimento, alguns investidores começam a comprar em localizações mais baratas e com bom potencial de crescimento de preços.

Bons negócios (imobiliários)!

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Chineses preferem casas novas

Um inquérito realizado pela Juwai.com - plataforma integrada que junta agentes imobiliários internacionais e compradores chineses - mostra que grande parte dos investidores chineses em habitação, preferem comprar imóveis novos em vez de usados. De facto, das respostas obtidas, a preferência na compra de uma casa nova, comprada directamente ao construtor, obteve uma pontuação de 7,3 (em 10), enquanto que a opção por uma casa existente apenas obteve um score de 5,8.

O mesmo inquérito apontou ainda outras conclusões bastante interessantes:
  • Segurança. Comprar uma casa em bairros e ruas seguras é fundamental, com 82% dos inquiridos a referir este ponto como sendo muito importante;
  • Conveniência. Uma casa localizada num bairro com serviços, lojas e equipamentos de conveniência foi igualmente um factor importante apontado;
  • Longo prazo. Grande parte dos compradores chineses investem não para uma utilização imediata e própria, mas antes a pensar no longo prazo, nos filhos e nas gerações vindouras. Educação foi um dos principais factores mobilizadores na compra, com grande dos investidores chineses a decidirem comprar casa para os filhos.
Por outro lado, a singularidade do imóvel e capacidade de o adaptar ao gosto pessoal do comprador são os 2 factores que menos pesam na tomada de decisão final.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 17 de março de 2016

Investidores chineses alteram estratégias de investimento

Segundo dados da consultora Knight Frank, os investidores chineses aplicaram USD 30 biliões em imobiliário em 2015, o dobro do valor alocado em 2014. As cidades de Nova Iorque, Londres, Melbourne e Sidney absorveram 40% desse valor.

Em 2015, registou-se um aumento dos investimentos realizados por empresas seguradoras e promotores imobiliários. De facto, das 10 maiores transacções, 6 foram concretizadas por seguradoras, como são o exemplo da compra do icónico Hotel Waldorf Astoria por USD 1,95 biliões ou da Heron Tower em Londres pelo valor de 1,172 biliões de dólares.

Já segundo a consultoria C&W, os investidores chineses estão a alargar o âmbito das suas alocações de capital, quer em termos de tipo de imóveis, quer em termos geográficos. Em 2015, registou-se um acréscimo de 22% na alocação de capital a imóveis de rendimento (commercial real estate), tendo-se registados igualmente um acréscimo de actividade por parte de empresas privadas e cotadas em bolsa. Em 2014, os investidores activos foram, sobretudo, fundos de pensões e governamentais.

Em termos geográficos, foi clara a mudança de investimento, com uma forte redução dos montantes alocados no Reino Unido, ao passo que países como França, Alemanha, Europa do Sul e Benelux observaram um acréscimo de investimento da parte dos investidores chineses.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Habitação valoriza um pouco por todo o Mundo

Segundo o The Economist House Price Index. que segue a evolução dos preços na habitação em 26 países, em 21 deles se observa uma tendência de subida, com uma valorização média de 4,7%. China, Itália, França, Grécia e Singapura são os únicos países que actualmente observam quedas, ou seja, 3 desses países são europeus.

The Economist House Price Index

Comparando a evolução de alguns mercados, no período entre o 4º trimestre de 2007 e de 2014, concluímos que poucos foram aqueles que efectivamente já recuperaram as quedas resultantes da crise imobiliária e financeira vivida globalmente.

Observando o gráfico em baixo, conclui-se que apenas Alemanha e China registam uma valorização na habitação no período referido, ao passo que países como Irlanda, Espanha e até mesmo os Estados Unidos estão longe de recuperar, em termos reais, a desvalorização sentida nos seus mercados.


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

A invasão norte-americana

O Continente Europeu está a ser invadido por investidores norte-americanos. Dados recentes publicados pela Savills, com base em dados da Real Capital Analytics, mostram que os norte-americanos investiram já, até final do 3º trimestre de 2015, mais 27% que o valor total acumulado em 2007, ano em que se havia registado um valor recorde de entrada de investimento americano na Europa.

Existem alguns factores que estão a contribuir para este grande afluxo de capitais americanos:
  • A desvalorização cambial. Com a implementação de uma política de quantitative easing da parte do BCE, o euro desvalorizou bastante face ao dólar, fazendo com que os investimentos imobiliários denominados em moeda europeia sejam percebidos como estando mais baratos pelos norte-americanos;
  • O aumento dos preços do mercado imobiliário doméstico. Na realidade, o mercado imobiliário norte-americano recupera já desde 2009, depois de quedas acentuadas entre 2006 e 2009. Assim, estes investidores aproveitam entrar num ciclo imobiliário europeu mais cedo, aproveitando ainda a baixa de preços que se fazem sentir em alguns mercados.
Também os investidores chineses andam às compras. A forte instabilidade cambial, aliada à grande volatilidade nos mercados de capitais, tem feito com que os chineses aumentassem recentemente a sua aposta em imobiliário europeu. Mais do que aproveitar alguma "vantagem" cambial, os investidores chineses procuram diversificação e segurança.


Desta forma, (também) se entende os volumes recorde de investimento imobiliário que se fazem sentir na Europa. Até final de Setembro, tinham sido já investidos mais de 157 milhões de euros, estimando-se que até final do ano se supere a marca registada em 2007:


Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Consequências para o imobiliário do crash bolsista na China

Os chineses são, hoje em dia, os maiores compradores de casas nos Estados Unidos. Em 2014, investiram quase 30 biliões de dólares, mais do dobro dos investidores canadianos que vêm logo em 2º lugar, segundo dados da NAR.

Que consequências pode haver para o imobiliário norte-americano fruto da queda recente na bolsa chinesa?



Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Onde é que os investidores chineses mais procuram habitação?

Com a entrada em vigor do regime dos Golden Visa em Portugal, tornou-se bastante popular por estas terras lusas, o investimento em imobiliário por parte de cidadãos chineses. De facto, números recentes mostram que cerca de 80% dos Golden Visa provêm efectivamente de investimento imobiliário concretizado por investidores oriundos da China.

Mas será que só investem por cá? Que destinos preferem estes investidores? Os Estados Unidos da América encontram-se à cabeça do pelotão. Segundo dados da juwai.com e publicados pelo The Wall Street Journal, é nesse País onde cidadãos chineses mais procuram investir em habitação. Ainda segundo dados da Deloitte, o investimento chinês em solo norte-americano disparou 7 vezes nos últimos 5 anos.

Apesar dos Estados Unidos da América estarem no topo das preferências de investidores chineses, não é aqui que estão disponíveis para gastar mais por cada casa que pretendem comprar.


Na realidade, é em Singapura onde os chineses procuram as casas mais caras. O valor médio das casas pesquisadas é superior a USD 3,7 milhões, muito acima dos USD 725 k registados nos Estados Unidos.

Curioso verificar que Portugal encontra-se no top 10, quer na preferência dos investidores (em 6º lugar), como no valor médio por casa pesquisada (neste caso, em 3º lugar, com um valor médio superior a USD 1,6 milhões). Os chineses vieram para ficar e para investir.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Os chineses devem estar loucos! (4)

Não querendo tornar isto numa "novela", não resisto a partilhar mais um exemplo da fúria construtiva chinesa. Hoje apresento-vos a cidade de Kangbashi.

Kangbashi tem avenidas amplas, edifícios enormes, parques muito limpos e centros comerciais e parques desportivos gigantescos. No entanto, nota-se uma diferença marcante em relação a outras cidades chinesas: falta gente! A cidade, inicialmente projectada para albergar 1 milhão de chineses, conta actualmente com 50.000 habitantes.

No entanto, o Governo local não aparenta estar muito preocupado. Segundo o encarregado de relações públicas da cidade, Chai Jiliang, tudo faz parte de um plano estratégico: «Quando começámos a construção em 2006, calculámos que a cidade teria cerca de 300 mil habitantes até o final de 2020. Estamos no caminho. O problema é que os meios de comunicação não têm muita paciência».

Podem ver um breve vídeo sobre esta cidade no link em baixo.


Bons negócios (imobiliários)!

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Ler também:

terça-feira, 31 de março de 2015

Estados Unidos na liderança do investimento imobiliário global

Pela primeira vez, desde 2009, os Estados Unidos da América tomaram a liderança como o País com maior volume de investimento imobiliário em todo o Mundo, destronando a China. Dados publicados pela C&W no seu International Investment Atlas mostram que em 2014, os Estados Unidos registaram uma subida de 16% para USD 342 Bll. Independentemente disto, o ano de 2014 registou uma quebra nos montantes globalmente investidos, em 6.4%, tendo-se fixado em USD 1,21 Trl.


A cidade de Nova Iorque tomou a liderança, seguida de Los Angeles, São Francisco, Washington, Chicago e Boston. Globalmente, Nova Iorque é também a cidade nº1, à frente de Londres e Tóquio.

A China, Reino Unido, Alemanha e Japão completam o top 5 de maiores destinos de investimento em imobiliário em todo o Mundo. A C&W prevê, para 2015, uma ligeira subida nos volumes de investimento, para 1,34 Trl, com a Europa à cabeça dos maiores ganhos.


Ainda segundo a Real Capital Analytics, o ano de 2014 quase igualou 2007 em termos de alocação em imobiliário da parte de investidores norte-americanos, com um total investido de 41,2 mil milhões de euros, muito perto dos 41,5 mil milhões registados em 2007. Com a recente valorização do dólar face ao euro - só nos últimos 12 meses, o dólar valorizou 26% -  é bem possível que o ano de 2015 venha a registar um novo recorde histórico.

Bons negócios (imobiliários)!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Os chineses devem estar loucos (3)!

A saga continua! Depois dos primeiros 2 episódios da nossa novela "Os Chineses devem estar loucos!", surge mais um, digno de ser mostrado.

A competição e a construção na China é tal que algumas empresas de Jilin City (provavelmente, outra das cidades-fantasma) estão a utilizar corpos de modelos femininas para vender as suas casas. Sim, é verdade, corpos humanos! A moda agora passa por desenhar plantas das casas nas costas de uma modelo. Não acreditam? Pois então, vejam:


Esta nova forma de vender casas é, no mínimo, peculiar. Como será a interacção com um potencial cliente? Deixem-me imaginar... ele aproxima-se, olha as costas da Sra., e pergunta:

- «Desculpe, não estou a ver onde é a sala.»
- «É já aí, junto ao externo, a seguir à 3ª costela."
- «Ah, já vi... este pontinho aqui é a mesa da sala de jantar?»
- «Não... é um sinal nas costas da modelo, só isso...»

Bons negócios (imobiliários)!

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Pode ler também:

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Os chineses devem estar loucos (2)!

Depois do post "Os chineses devem estar loucos", cortesia do Pedro Valente, dois anos volvidos volto ao tema da loucura dos chineses com a notícia "China to invest $ 100 Billion in Portuguese Property".

Desculpem... li bem?! 100 Bll's??? Só para nos situarmos um pouco que até fiquei meio atarantado... 100 biliões de dólares são qualquer coisa como 77 mil milhões de euros, ou seja, o programa de ajuda da Troika a Portugal!

Somos mesmo burros! Então fomos pedir dinheiro emprestado à Troika, a ter que levar com um programa de austeridade que definha o País quando bastaria vender imóveis aos Chineses!

Mas esperem, não é tudo! O último parágrafo da notícia diz que o investimento imobiliário em Portugal subiu 68% em 2012... Quê?! 68%?!

Eu vivo noutro País, só pode...

Bons negóci... desculpem, chinesises (imobiliárias)!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A razão pela qual Portugal não tem investidores

Muitas vezes as pessoas perguntam-me porque Portugal não tem investidores e porque eles não olham para tão boas oportunidades de negócios que nós hoje temos em Terras Lusitanas. Respondo sempre: porque é que algum investidor, no seu perfeito juízo, optaria por investir cá com yields de 8%, quando pode investir em qualquer local do Mundo e ganhar muito mais dinheiro? Muitas vezes, sou insultado...

Eu até me dou ao luxo de comparar o incomparável, ou seja, Portugal com qualquer outro destino de investimento. Ronnie Chan, Chairman of Hang Lung Properties Limited in Hong Kong, deixa-nos neste vídeo, uma perspectiva e comparação interessantes entre o mercado imobiliário norte-americano e o chinês.



Antes de mais, como ganhar dinheiro no séc. XXI? Ronnie Chan aponta a receita: estar na China. Em que sector? Imobiliário!

Alguns números (de 2011):

- Na China constroem-se 12 vezes mais casas que nos Estados Unidos;
- Vendem-se 29 vezes mais casas que nos Estados Unidos (9 milhões contra cerca de 310 mil);
- A maior empresa imobiliária do Mundo, que é chinesa, vendeu USD 19 billion;
- Na China, existem mais de 300 cidades com mais 1 milhão de habitantes, nos EUA apenas 9...

Mais ainda, pergunta Ronnie Chan, se tivesse investido nos Estados Unidos, há 10, 12 anos atrás, qual a yield que poderia agora esperar desse seu investimento? Uns 6% não alavancados, parece aceitável. Por isso mesmo, ele não investe nos Estados Unidos! Não investe porque consegue retirar actualmente dos seus investimentos mais de 40% não alavancados. 40%!!!

Por estas e outras razões, Ronnie Chan acha o mercado imobiliário norte-americano pouco interessante, demasiadamente pequeno e muito eficiente. Num mercado com estas características, não é possível ganhar dinheiro! É preferível ir para a China onde a ineficiência é enorme, não há informação mas é possível ganhar muito dinheiro!

E ainda nos perguntamos porque é que os investidores internacionais não investem mais em Portugal... e ainda nos preocupamos em ir buscar investidores à China... e ainda achamos que uma yield de 7% de um buy-to-let é um bom investimento ou que uma yield de 8% de um prédio de escritórios é muito bom!

Temos de vender outra coisa. Temos de nos vender de outra forma. Portugal tem de ser mais do que simples mas boas oportunidades, preços ou yields.

Bons negócios (imobiliários... e chineses)!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os chineses devem estar loucos

O Pedro Valente enviou-me estes links de dois vídeos sobre o mercado imobiliário na China. Estes chineses só podem estar loucos da cabeça! Não dá para acreditar, só mesmo vendo...

No entanto, deixo-vos apenas um número: 64 milhões de apartamentos vagos! 64 milhões!!!





Bons negócios (imobiliários)!