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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Habitação: preços no Porto subirão mais do que em Lisboa

O Barómetro Habitação de Out of the Box aponta para um crescimento dos preços na habitação em Portugal durante o ano de 2019, tendo sido esta a estimativa dos 142 inquiridos. No entanto, existe um maior optimismo para o mercado do Porto, com 63% das respostas a apontarem para uma subida de preços, enquanto que para Lisboa esse valor ficou-se apenas pelos 51%. Tendência idêntica quanto ao número de casas vendidas, com o mercado a estimar maioritariamente uma subida nas vendas no Porto (59%), enquanto que Lisboa fica-se apenas pelos 42%.


Para as restantes zonas de Portugal a tendência é similar com excepção da zona do Algarve onde uma esmagadora maioria de 85,7% das respostas a apontarem para uma manutenção dos preços e 71,4% a acreditarem numa estabilização das vendas.

De referir que os profissionais que trabalham em Lisboa estão algo divididos: o mesmo de número de respostas aponta para uma subida ou manutenção das vendas e inclusive a maioria acredita na manutenção dos preços na habitação. Cautela instalada na capital.

Já para os profissionais que trabalham no Porto, a convicção é que as vendas subam (60% dos inquiridos responderam nesse sentido) e os preços subam ou se mantenham (nenhum inquirido antevê uma quebra nos preços).

Os resultados totais do Barómetro Habitação de Out of the Box estão disponíveis aqui.

Bons negócios (imobiliários)!

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Nota informativaO Barómetro Habitação de Out of the Box contou com a participação de 142 profissionais do sector imobiliário, sendo que 41% dos participantes (a maioria) trabalha na área da mediação imobiliária. 63% do total de inquiridos exerce a sua actividade em Lisboa e uma larga maioria de 72% trabalha no sector há mais de 5 anos.

DisclosureOs resultados do Barómetro Habitação de Out of the Box não constituem nem podem constituir, em caso algum, uma opinião de investimento nem sequer vinculam nem podem em caso algum vincular os autores e participantes do blogue, resumindo-se apenas no conjunto das opiniões demonstradas pelos 142 inquiridos.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Habitação: preços vão subir em 2019

Preços na habitação vão subir 5%

Os preços na habitação em Portugal vão subir em 2019. Esta é a principal conclusão do Barómetro Habitação de Out of the Box, lançado no final de 2018, que recolheu a opinião de 142 profissionais do mercado imobiliário nacional.

Quase 70% dos inquiridos acredita numa subida de preços para o ano de 2019, sendo que 16% pensa que os preços se irão manter durante este ano. Apenas uma minoria de 15% dos inquiridos acredita numa queda dos preços, sendo que 10% julga que os preços cairão até 5%.

Mais de 40% dos participantes do Barómetro antecipa uma subida de preços até 5%, sendo que 23% vai um pouco mais além, antevendo um crescimento nos preços da habitação entre 5% e 10%.

Venda de casas também vai aumentar

O número de casas vendidas em Portugal irá igualmente aumentar ao longo de 2019. O mercado espera um novo recorde de casas vendidas já para 2018. No final do 3º trimestre, o mercado tinha transaccionado um total de 132.270 casas, um crescimento homólogo de 18,4%, sendo que se espera que o ano feche com um valor acima das 153.292 casas vendidas em 2017.

Os inquiridos no Barómetro acreditam, então, que em 2019 se baterá um novo recorde no número de casas vendidas, com 42% dos participantes a responderem nesse sentido. De referir, no entanto, que 25% das respostas apontam para uma queda nas vendas, enquanto que 33% pensa que as vendas se manterão idênticas a 2018. Mercado algo dividido mas a apontar para um aumento das vendas.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Barómetro - Entrega da casa paga dívida?

O Barómetro Out of the Box centrou-se, desta vez, na questão recente relacionada com a decisão de um Tribunal de Portalegre, que deliberou que a entrega da casa de um mutuário de crédito habitação saldaria parte da dívida (e não a totalidade como já sabemos!).

Na sequência do artigo escrito por mim e do fantástico contributo do António Albuquerque, publico hoje os resultados do Barómetro.

A pergunta realizada desta vez foi: «Concorda com a possibilidade de entregar a casa ao Banco, pelo valor da dívida, mesmo que a avaliação seja inferior?».

Obtivemos um total de 45 respostas válidas, aqui no blog e na nossa página do facebook. A opinião divide-se, claramente! 53% dos inquiridos não concorda, ao passo que 45% concorda, sendo que 1 inquirido não soube responder.



Este é um assunto que parece-me dividir bastante as pessoas. A seguir os desenvolvimentos futuramente, sempre aqui em Out of the Box!

Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Barómetro Out of the Box - Lei das Rendas

Durante 9 dias, colocamos 3 questões sobre a proposta de lei aos leitores de Out of the Box, no blog, e na página do facebook. Obtivemos um total de 128 respostas, o que desde já agradecemos a todos os que participaram.

A principal conclusão é esta: a proposta de revisão da “Lei das Rendas” é boa! 88% dos inquiridos diz isto mesmo, a proposta é boa.

Melhor para os proprietários, dizem 50% enquanto que só uma minoria de 6% acha que favorece os inquilinos. No entanto, existem ainda 32% que julga ser boa para ambas as partes, dado importante a reter.



De realçar uma curiosidade, existem 12% dos inquiridos que acha que a proposta não é boa para ninguém.Talvez valesse mais ficar com o regime antigo...

Também é certo que com esta lei, as rendas vão baixar, o que me parece um sinal muito positivo a reter. Uma larga maioria de 76% acha que as rendas ficarão mais baixas com a concretização desta proposta, sendo que 22% acha, mesmo assim, que as rendas subirão. Apenas uns residuais 2% acredita ficar tudo igual.



A verdade é que o mercado parece achar que com esta lei, as rendas de mercado poderão baixar dado que as rendas antigas com certeza subirão. Assim, havendo mais contratos com “rendas livres” é normal que o mercado procure um equilíbrio e que as rendas dos contratos novos venham a descer.

Por fim, os nossos inquiridos parecem acreditar que o investimento em buy-to-let vai, definitivamente, aumentar. Esta proposta de lei virá trazer mais confiança ao mercado e aos investidores já que uma esmagadora maioria de 87% dos nossos leitores acredita que aumentará.

De resto, o sentimento divide-se, entre aqueles que julgam que o investimento nesta área irá descer (5%) e aqueles que julga que tudo vai ficar como dantes (8%).

Em suma, parece-me que os resultados são animadores! 94% dos inquiridos acha que a proposta é boa, 76% estima que as rendas ficarão mais baixas e uns esmagadores 87% espera mais investimento neste sector! Acho fantástico!


No entanto, não posso deixar de realçar, tal como apresentado nesta newsletter, que a proposta de lei agora apresentada está incompleta e ainda carece de ajustamentos, nomeadamente na revisão das excepções criadas mas sobretudo contemplando um outro enquadramento fiscal e financeiro para o sector. É urgente termos uma taxa liberatória para os rendimentos de rendas residenciais, bem como rever o regime dos FIIAH e das SIIAH para criar melhores condições de investimento neste mercado.

Bons negócios (imobiliários)!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Barómetro do Investidor

A CBRE lançou ontem o 1º Barómetro do Investidor, por forma a «medir o interesse dos principais investidores no mercado nacional. A maioria dos investidores define-se numa atitude de retracção, aguardando pela resolução da crise da dívida nacional e de dados macroeconómicos favoráveis para definir as suas estratégias de investimento.

O Barómetro do Investidor conclui que 35% dos investidores não considera realizar negócios em Portugal até ao final de 2011, enquanto 18% pensa desinvestir volumes superiores a 50 milhões de euros. Por outro lado 18% equaciona investir entre 25 a 50 milhões de euros em imóveis, e os restantes 18% pretende investir 50 milhões de euros ou mais.

Contudo, para mais de 90% dos investidores os yields subjacentes nas próximas transacções terão de subir substancialmente de modo a que se justifique o investimento em activos localizados em Portugal, o que implica a descida acentuada dos preços.

Em relação aos sectores, os investidores apontam os escritórios como o primeiro mercado a investir, seguido da logística e do retalho. Este último é considerado o mercado imobiliário com mais risco de investimento dada a vulnerabilidade do consumo privado.

Francisco Horta e Costa, Director Sénior de Capital Markets acredita que “este desinvestimento em Portugal resulta da falta de confiança dos investidores devido à crise económica mundial, mas ainda assim, os dados indicam que é uma fase passageira e que o sector vai crescer assim que o cenário económico voltar a dar sinais de retoma.”

“O Barómetro do Investidor é uma nova ferramenta, que permite identificar as principais tendências do investimento imobiliário, que no mercado actual variam com muita velocidade. Este mecanismo permite-nos adequar-nos ao mercado e disponibilizar aos nossos clientes informação útil e actualizada.”

Os fundos abertos alemães, parte substancial dos investidores tradicionais em imobiliário nacional, estão fora do mercado que se mantém vivo com os investidores Oportunísticos e investidores privados. Os investidores Oportunísticos, são por regra os únicos que investem nas fases negativas do ciclo económico, mas dada a escassez de financiamento exigem um prémio de yield substancial face às yields de mercado dos últimos anos. Por outro lado, os investidores privados procuram essencialmente boas oportunidades em volumes de investimento reduzidos e localizações centrais.

O próximo Barómetro do Investidor será divulgado no final de 2011.»

Fonte: CBRE

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Medidas do FMI vão beneficiar sector da habitação

«Sector da habitação vai melhorar e irão arrendar-se mais casas»


O Barómetro Out of the Box de Maio concluiu que as medidas propostas no Memorando da Troika vão beneficiar o sector da habitação em Portugal. Na realidade, mais de 50% dos nossos leitores acreditam que o mercado ficará melhor com as medidas que nos foram impostas, sendo que 35% acreditam que ficará pior. Para quase 12% dos inquiridos, tudo ficará na mesma.


No entanto, os nossos leitores acreditam profundamente que irão vender-se menos casas, com uma esmagadora maioria de 75% a vaticiná-lo. Apenas 15% acredita, mesmo assim, que se irão vender mais casas, enquanto que 9% dos leitores julga que ficará tudo igual.


Mas será no arrendamento que tudo irá mudar! 82,4% afirma que irão arrendar-se mais casas com as medidas impostas pelo FMI, apenas 7,8% afirma o contrário.


Bons negócios (imobiliários)!


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Nota: O Barómetro Out of the Box foi realizado entre 01 e 30 de Maio de 2011, tendo sido recebidas 155 respostas, representando um novo recorde. Obrigado a todos!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Barómetro Novembro/Dezembro

«Preços do mercado de habitação de Lisboa vão cair em 2011»


O Barómetro Out of the Box foi quase unânime: os preços das casas em Lisboa não vão subir em 2011. Na realidade, uma esmagadora maioria de 62% acredita mesmo que irão cair, sendo que apenas 4,2% ainda julgam que poderão subir durante o presente ano.


Quando comparando estes resultados com os obtidos nos barómetros anteriores, verificamos uma clara depreciação no sentimento geral do mercado no final de 2010, tendo havido um assinalável aumento daqueles que julgam que os preços irão cair em 2011 e uma clara descida daqueles (poucos) que ainda acreditam que o mercado irá valorizar:


Já quanto ao mercado de escritórios de Lisboa, mantém-se a tendência de subida daqueles que julgam que as yields de escritórios irão subir, se bem que as alterações verificadas no final de 2010 são bastante menos acentuadas quando comparando com o questionário do mercado de habitação.

48,4% dos inquiridos acredita numa tendência de subida das yields durante 2011, ao passo que os restantes 51,6% são equitativamente repartidos entre as opiniões de manutenção e descida.


Há que realçar o facto de ter aumentado o peso daqueles que julgam que as yields irão descer por contraponto à diminuição do peso dos inquiridos que julgam que se irão manter. A minha interpretação quanto a este dado pode eventualmente prender-se com o facto de alguns inquiridos interpretarem esta yield como sendo a prime yield e sentirem que esta última pode eventualmente descer em 2011.
Na realidade, a definição de prime offices, prime rents e prime yields está cada vez mais apurada, do ponto de vista do investidor. Em Lisboa, a dimensão do mercado que pode ser considerado prime é, eventualmente, cada vez mais reduzida, havendo sempre procura para este tipo de produtos. Como a oferta é reduzida, é expectável haver pressão sobre as yields no sentido destas descerem.


No entanto, parece-me que enquanto continuarmos a observar esta pressão sobre as yields das Obrigações do Tesouro, dificilmente poderemos ver alguma baixa nas prime yields de escritórios.

O barómetro Out of the Box de Novembro/Dezembro obteve um total de 133 respostas. É de assinalar o número crescente de participantes no nosso barómetro, este é um novo recorde. Obrigado pela vossa participação!

Bons negócios (imobiliários)!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Barómetro Out of the Box - Jul/Ago 2010

O Barómetro de Julho e Agosto centrou-se, novamente, nos temas da habitação e escritórios. Deste vez, tivemos um total de 112 respostas pelo que desde já agradeço a todos aqueles que contribuiram.

Se no sector da habitação em Lisboa, os nossos leitores mantém as expectativas anteriores, já no sector de escritórios o pessimismo reina!

Desde Abril, mantém-se uma larga maioria de mais de 45%, agora ligeiramente superior, que acredita que o mercado residencial de Lisboa descerá ainda mais durante 2010. Apenas 15% dos leitores acredita ainda em subidas.
Quanto ao mercado de escritórios de Lisboa, os nossos leitores tornaram-se mais pessimistas. Agora, apenas 23,1% acredita numa descida das yields, contra os 38,7% registados em Abril. O sentimento de mercado é de desvalorização dos activos, dado que uma larga maioria de 46,2% acredita numa subida das yields.



Bons negócios (imobiliários)!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Barómetro Out of the Box - Maio 2010

No mês de Maio, colocamos 3 perguntas aos nossos leitores, tendo obtido um total de 86 respostas.

Quase 75% dos inquiridos pensa que o fim dos benefícios fiscais nos Fundos Imobiliários Fechados será mau para o sector. Apenas 13% pensa que será bom.


Quando questionados sobre o sector dos Retails Parks, não há ninguém que espere uma descida das vacancy rates ou um aumento das rendas. Todos são unânimes nessas questões. Já quanto à evolução das yields, as respostas não são tão unânimes mas uma clara maioria espera um aumento das mesmas. Subida de vacancy rates, descida das rendas, aumento das yields... parece-me bastante consensual que os nossos leitores apostam numa clara desvalorização dos activos neste sector.

Por fim, e abordando o sector de resorts, mais de 50% dos inquiridos acredita que dos projectos em carteira em Portugal, apenas avançarão aqueles que tiverem equity disponível para investir. Como se costuma dizer, «em terra de cego, quem tem olho é rei!».

Bons negócios (imobiliários)!

domingo, 2 de maio de 2010

Barómetro Out of the Box - Abril 2010

Publicamos hoje os resultados do 1º Barómetro Out of the Box. Durante o mês de Abril, inquirimos os nossos leitores acerca do mercado de habitação e de escritórios de Lisboa.


Quase 44% dos leitores inquiridos acreditam que os preços no sector da habitação vão ainda descer mais em 2010. Apenas 14,5% acreditam numa subida este ano. Uma maioria esmagadora não acredita em grandes subidas no mercado...


Os valores registados pelo INE mostram que o valor médio de avaliação bancária em Lisboa está já acima do registado em Setembro de 2008, altura em que faliu o Lehman Brothers. Os valores mais baixos registaram-se em Março de 2009 (tal como no S&P Case-Shiller e na grande maioria dos índices mundiais de acções), tendo já subido mais de 3% nos últimos 12 meses. Teremos atingido um novo topo?
Curioso é verificar o sentimento dos leitores relativamente ao sector de escritórios em Lisboa. As opiniões não são, de todo, unânimes como no sector da habitação. Na realidade, 38,7% acreditam numa subida das yields de escritórios em Lisboa. A mesma percentagem acredita numa descida! Apenas 22,6% acreditam que tudo ficará na mesma.

É bom recordar que uma descida das yields, mantendo o nível de rendas, significará uma valorização do mercado, algo que eu, pessoalmente, não antecipo. O que poderá estar subjacente a este sentimento é uma expectativa de descida das rendas, algo que eu também não espero, pelo menos de forma significativa. Não temos assim tanto stock disponível (na CBD) nem uma vacancy rate tão elevada que o pudesse justificar. De acordo com dados mais recentes do LPI, a expectativa para 2010 é de uma maior absorção, face a 2009.
Está já em curso o 2º mês do Barómetro, aqui em Out of the Box. Espero que todos participem, os resultados serão sempre públicos e gratuitos.
Bons negócios (imobiliários)!